Sexta-feira, 19 de Abril de 2019
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Vida

Autor Nicholas Sparks no domínio das emoções genuínas em suas obras

“Os livros falam da condição humana, que é provavelmente a mesma em todo o mundo. São pessoas passando por sofrimentos e desafios, lidando com emoções da vida. Elas se conhecem e se apaixonam, algumas vezes o romance dá certo, outras não", justificou o autor


22/04/2013 às 09:04

As obras dele ocupam sempre um lugar de destaque nas prateleiras das livrarias. Não é para menos, os 17 romances do americano Nicholas Sparks venderam quase 80 milhões de exemplares no mundo todo. Já os oito filmes baseados em seus livros arrecadaram, juntos, mais de US$ 720 milhões. Nicholas domina como ninguém as emoções genuínas e suas histórias, classificadas por muitos como pura água com açúcar, conquistam milhares de fãs, ou melhor, adoradores.   

“Os livros falam da condição humana, que é provavelmente a mesma em todo o mundo. São pessoas passando por sofrimentos e desafios, lidando com emoções da vida. Elas se conhecem e se apaixonam, algumas vezes o romance dá certo, outras não. Aí estão alguns dos elementos que compuseram ótimas histórias e que estão presentes na literatura desde o começo”, declarou o autor em entrevista publicada esse final de semana na versão online da revista Veja.

Sétima arte

A última obra de Nicholas a ganhar às telas dos cinemas foi “Um porto seguro”, que entrou em cartaz na última sexta-feira no País. Com um roteiro muito bem costurado, a história mistura além do tradicional romance, um mistério policial e um lado espiritual muito bem conduzido pelo diretor Lasse Hallström, que também dirigiu a adaptação de “Querido John” (também de Sparks).

Os protagonistas do longa, vividos por Julianne Hough (de “Rock of ages: o filme”) e Josh Duhamel (da franquia “Transformers”), buscam uma segunda chance, uma oportunidade de recomeçar. Um tema  clichê, mas de identificação imediata. O diferencial aqui é a trama policial. Com isso, os marmanjos, muitas vezes obrigados a acompanhar suas companheiras ao cinema, são contemplados. Isso mostra que Nicholas sabe muito bem do potencial que tem em mãos. O negócio aqui é não restringir o público alvo.

Ainda segundo a matéria da versão online de Veja, assim que termina uma nova narrativa, o autor já envia o texto editado para os produtores de Hollywood ao mesmo tempo em que entrega para sua editora, a Grand Central Publishing.

Os estúdios, por outro lado, esperam ansiosos por suas publicações. Seu último romance, “The Longest Ride” (A viagem mais longa), que só deve ser publicado em setembro, por exemplo, já foi comprado pelo estúdio Fox 2000 por US$ 5 milhões. O filme tem previsão de estreia para fevereiro de 2015.

Não é nenhum exercício de adivinhação dizer que Nicholas Sparks vai continuar fazendo sucesso tanto no mundo literário quanto no cinematográfico. Afinal, ele sabe como ninguém manipular nossas emoções.

Três perguntas

Nicholas Sparks, escritor, em entrevista para a versão online de Veja

Por que começou a escrever?

Escrevi meu primeiro romance aos 19 anos e o segundo aos 22, só como teste para saber se eu conseguiria ir até o fim. Aos 28, decidi que eu iria tentar novamente, mas dessa vez levaria a tarefa a sério. Tive a ideia para o romance (Diário de uma Paixão), mas parte de mim também queria obter um resultado bom o suficiente para, talvez, continuar a escrever, no futuro.

Por que a maioria de seus livros trata de morte e redenção?

Para fazer um livro memorável, o mais importante é evocar todas as emoções genuínas. Raiva, traição, amor, frustação, confusão e perda. Se um livro fala sobre todas as emoções, ele faz com que os personagens e os dilemas pareçam reais. Se você ignora uma delas, passa a impressão de ser uma fantasia.

Acredita que as pessoas desejam viver histórias de amor como as dos seus romances?

As pessoas definitivamente querem se apaixonar por alguém especial, que as compreendam. Querem alguém em quem podem confiar, alguém capaz de se comprometer.

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