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Baixa estatura pode ser sinal de alerta para deficiências hormonais

Levantamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia aponta que a média de crescimento na infância é de mais de 4 cm por ano, enquanto na puberdade aumenta para 12 cm ou 13 cm a cada ano 17/12/2014 às 16:04
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Caso o crescimento de uma criança seja menor do que 4 cm ou de um adolescente menor do que 6 cm, a instituição recomenda consultar um especialista
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 Preocupação com a altura nem sempre está ligada à vaidade das crianças e adolescentes. A baixa estatura pode ser considerada um sinal de que algo na saúde não está indo bem, dando pista de possíveis alterações relacionadas a deficiências hormonais e nutricionais, doenças crônicas gastrointestinais e renais e síndromes genéticas.

Levantamento da Sociedade Brasileira de Endocrinologia aponta que a média de crescimento na infância é de mais de 4 cm por ano, enquanto na puberdade aumenta para 12 cm ou 13 cm a cada ano. Caso o crescimento de uma criança seja menor do que 4 cm ou de um adolescente menor do que 6 cm, a instituição recomenda consultar um especialista.

Para auxiliar na investigação de possíveis irregularidades no desenvolvimento, o Laboratório Sabin oferece os exames de curvas hormonais. Os testes avaliam a produção de hormônios relacionados ao crescimento (GH) e detectam com exatidão qualquer problema. Produzido pela glândula hipófise, situada na base do crânio, o hormônio GH é importante para o crescimento desde os primeiros anos de vida até o fechamento das cartilagens dos ossos (epífises), que ocorre no final da puberdade, em geral, entre 15 e 20 anos de idade, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia.

O endocrinologista e consultor médico do Laboratório Sabin, Juliano Zakir, alerta que os pais devem procurar um pediatra, endocrinologista ou endocrinopediatra quando suspeitarem de alguma irregularidade no desenvolvimento e crescimento da criança. “Os pais devem ficar atentos se notarem uma grande diferença de estatura nos filhos, se comparadas às crianças da mesma faixa etária, ou, até mesmo, se a criança não seguir o padrão da estatura dos pais e irmãos”, destacou.

O consultor médico do Sabin detalha que os resultados deverão ser avaliados pelo médico do paciente, já que existe influência da idade, gênero, medicamentos utilizados e contexto clínico. “O médico irá averiguar qualquer alteração nos resultados dos exames solicitados e, a partir do diagnóstico, irá determinar o tratamento mais adequado”, enfatizou Dr. Juliano Zakir.

Diagnóstico

Para garantir o conforto dos clientes durante os exames de curvas hormonais, a consultora médica do Sabin e clínica geral, Dorothy de Aguiar, destaca que o laboratório possui sala de coleta de exames aconchegante e com infraestrutura adequada. Os exames são realizados por profissionais especializados e contam com acompanhamento de um médico, disponível para esclarecer qualquer dúvida dos pais e pacientes. Em Manaus, o Laboratório Sabin realiza o teste na unidade da Avenida Leonardo Malcher, Praça 14.

Segundo a especialista, o teste de curvas hormonais tem duração média de 2 horas e os resultados podem ser visualizados três dias úteis após o procedimento.

A consultora do Sabin assevera que antes da realização dos testes, os pacientes precisam comunicar ao seu médico e também ao Laboratório o nome de todas as medicações utilizadas. “Dependendo de alguns testes, é necessário fazer preparos específicos, como suspensão destes medicamentos, que podem alterar os resultados ou até mesmo causar efeitos colaterais nos pacientes. Entretanto, a maioria deles exige somente o jejum comum entre 8-12 horas”, concluiu.

*Com informações da assessoria de comunicação.

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