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Banda alagoana Figueroas vai agitar o Luau Cauxi II nesta sexta-feira (9)

Banda de Maceió (AL) se apresenta nesta sexta-feira, na segunda edição do Luau do Cauxi, marcado na Assinpa 09/06/2017 às 11:40 - Atualizado em 09/06/2017 às 11:41
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Figueroas é formada por Givly Simons e Dinho Zampier (Foto: Divulgação)
Laynna Feitoza Manaus (AM)

O carimbó, a cumbia, a Jovem Guarda e outros ritmos sempre estiveram presentes nas influências da banda alagoana Figueroas, que vai se apresentar pela primeira vez em Manaus no Luau Cauxi II, nesta sexta (9). Os artistas Dinho Zampier e Givly Simons são de Maceió e foram convidados pela cantora amazonense Márcia Novo, a quem eles caracterizam como “querida e talentosa” para fazer um show no evento, cuja edição vai celebrar a lambada.

Os dois artistas já se conheciam antes de dar início ao projeto. “Agora em outubro de 2015 recebi o Givly lá em casa e ele me mostrou a ideia de montar esse projeto de brega com lambada antiga. Ele já tinha duas músicas para começar, e aí nesse mesmo outubro gravamos e produzimos ‘Bangladesh’ e ‘Melô do Jonas’. Tudo começou por aí”, afirma Dinho, em entrevista ao BEM VIVER.

No último disco, “Swing Veneno”, a dupla conseguiu espaço para explorar um leque de sons latinos. Além dos ritmos já citados, o brega também foi inserido na mistura sonora da banda. No show em Manaus, a banda vai fazer um mix dos dois discos de sua carreira. “Canções como ‘Lomba da Massa e Fofinha’, do primeiro disco ‘Lambada Quente’ estarão presentes, e ‘Acho que tô legal’ e ‘Boneca Selvagem’ do nosso novo disco, ‘Swing Veneno’, também”, acrescenta ele.

O que mais impressiona o público é o fato do frontman da Figueroas – Givly Simons – ser um leque de vertentes artísticas. Ele dança, canta e atua no palco. “Ele é naturalmente uma pessoa irreverente com seu jeito de vestir, com seus gostos musicais, a sensibilidade artística que ele tem e me impressiona há anos. Já conheço ele há tempos e sempre o encontrei com esse gosto pela música, moda, etc”, declara Dinho.

Matrizes

Inspirados por música popular, os caras da Figueroas gostam da música que o povo canta, que toca em rádio, TV e internet. “Nosso som vem antes de qualquer coisa para homenagear nossos ídolos, Aldo Sena, Edson Wander, Roberto Carlos, Pinduca, Alípio Martins, Jovem Guarda, Raul Seixas... Muita coisa 'gringa' nos influência também, como os franceses do Les Aiglons, os uruguaios do Sonido Cotopaxi, dentre outros”, destaca ele.

Tanto é que foi pela Internet que a banda deu seu maior salto em divulgação. “Nossos dois clipes que lançamos em 2015, ‘Bangladesh’ e ‘Melô do Jonas’, foram bastante compartilhados no YouTube. Em pouco tempo começou a entrar em alguns sites legais, algumas matérias e entrevistas começavam a fazer links com os clipes no YouTube... alguns sites até de humor também compartilharam bastante”, pondera Dinho.

Com tantos ritmos entrelaçados no som do grupo, como os arranjos são trabalhados na transição dos estúdios para os shows? “A gente tem o show no formato duo, onde tocamos bem em cima da base que foi gravada no disco, fica bem original. No show com banda mudamos alguns andamentos. O show tem mais instrumentos sendo executados e isso se transforma numa massa sonora com muita pressão. Os arranjos são mantidos, mas também com muita personalidade do músico que executa ao vivo, e inclusive nossa banda é a mesma turma que grava nossos discos, aí já ajuda bastante”, coloca Zampier.

Serviço

O quê: Luau Cauxi 2 – Lambada Quente, com Márcia Novo, Alaídenegão, participação de Figueroas e Nunes Filho; The Stone Ramos e DJ Tubarão

Quando: 9 de junho, às 21h

Onde: Assinpa (Associação dos Servidores do Inpa) – Rua da Lua, Morada do Sol, Aleixo

Quanto: R$ 20 até 23h30. Após esse horário, a entrada custará R$ 25

Informações: 98210-2438/98242-3133/98100-3399

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