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Banda Luneta Mágica lança novo álbum ‘No meu peito’ na Internet

Com 11 faixas inéditas e autorais, novo disco da banda será lançado na próxima segunda-feira (16), na web, com mais incremento na sonoridade 11/03/2015 às 11:24
Show 1
Pablo Araújo é o vocalista da banda.
ROSIEL MENDONÇA Manaus (AM)

“No meu peito” será um disco com pulsação. Assim a banda Luneta Mágica tem anunciado o sucessor de “Amanhã vai ser o melhor dia da sua vida” (2012), com lançamento na Internet marcado para a próxima segunda-feira, dia 16. A música que dá nome ao segundo registro de estúdio também é a faixa de abertura do álbum e prenuncia a variedade de influências que ele traz, segundo o guitarrista Erick Omena.

Para ele, uma coisa é certa: a Luneta chega até aqui muito mais madura do que quando se lançou na cena manauara, hás mais de três anos. “Esse é um trabalho ao qual dedicamos mais cuidado com a ajuda de gente muito grande”, diz Omena, referindo-se a Fernando Sanchez, do Estúdio El Rocha (SP), que assina a masterização, e ao Betinho do Estúdio Supersonic, de Manaus, que fez a mixagem. “Graças a essas pessoas o trabalho sonoro vai ser incrível”.

Com 11 faixas inéditas e autorais, “No meu peito” ressalta a desenvoltura da Luneta Mágica com as canções, apesar de trazer também pitadas do experimentalismo que ajudou a dar feição à banda. “Acho que nossa influência por Beatles está mais escancarada, assim como por Beach Boys. Mas ao mesmo tempo em que as músicas possam transparecer isso, elas tem muito de Mutantes também. São composições que fazem parte de uma estética moderna, soam de uma forma nova”, define o guitarrista.

Para o vocalista Pablo Araújo, a bateria acústica se destaca nas canções justamente para marcar a pulsação que ele considera ter faltado no primeiro disco. “’No meu peito’ é um disco plural, tem um pouquinho de cada coisa, mas a essência dele é ser mais pop, no bom sentido”. Segundo ele, a bateria eletrônica não ficou de fora, fazendo uma ponte com a sonoridade de “Amanhã vai ser o melhor dia da sua vida”.

EM CASA

O álbum foi produzido pelo baixista Diego Souza, que improvisou um estúdio em casa para que a banda gravasse as faixas. “O equipamento era de ponta, mas tivemos que trabalhar o ambiente para isolar o máximo possível os vocais e não termos interferência”, conta Araújo. Uma solução rústica, porém eficiente, foi gravar as vozes embaixo de edredons. “Assim a gente conseguia ter mais controle sobre o som”, completa Omena.

Uma das preferidas da banda é a faixa “Mônica”, que os músicos chegaram a tocar em um show, mas que acabou ficando irreconhecível no registro final de “No meu peito”. “Ela passou por sete versões até chegar no formato que tem agora. Nem considero a mesma música depois de tantas mudanças”, diz o guitarrista. Já a preferida de Pablo é “Mantra”, com pegada mais psicodélica.

A gravação do álbum contou com recursos do edital Proarte, da Secretaria de Cultura (SEC). A versão física do trabalho também sai em breve.

“No meu peito”

No meu peito

Lulu

Acima das nuvens

Mônica

Só depois

Preciso

Mantra

Sem perceber

Tua presença

Lembra

Rita

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