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Cachorro-quente é o favorito do público manauara

Saiba quais são os principais hot-dogs do cenário gastronômico de Manaus 16/08/2013 às 09:58
Show 1
Um dos carros-chefes do Filho da Fruta é o especial No Lanche do Gordo, o pão mal suporta os ingredientes O dogão top leva queijo derretido, bacon e duas salsichas
Gabriel Machado ---

Em “Amor à Vida”, um dos destaques da trama de Walcyr Carrasco fica por conta da personagem de Elizabeth Savalla. Na pele de Márcia, uma ex-chacrete que ganha a vida vendendo hot-dog, a atriz vive um dos melhores momentos da carreira. A repercussão é tanta que, até mesmo fora dos sets de gravação, ela não consegue escapar do lanche da intérprete. “Fui almoçar com o meu marido e quase não conseguimos comer com gente atrás de mim pedindo hot-dog. À noite, fomos em um lugar mais chique e a mulher de um desembargador também me pediu um (risos)”, contou Savalla, em entrevista.

No entanto, não é apenas no Rio de Janeiro, ou por causa do folhetim, que o cachorro-quente faz sucesso. Na capital amazonense, a iguaria, carinhosamente apelidada de “kikão”, também figura entre as favoritas do público e, dependendo do local, passa a adquirir “pedigree” ao ser misturada com diversos ingredientes. No Filho da Fruta (Av. Ivanete Machado, Parque Dez), por exemplo, além do tradicional (maionese, queijo ralado e molho de cebola) e especial (bacon, mussarela, maionese, queijo ralado e molho), o hot-dog ganha uma nova cara no X-Pith, que leva todos os componentes do especial mais o acréscimo de calabresa.

VERSÃO FEMININA

Já na Hamburguella Sanduicheria (Rua Rio Purus, Vieiralves), o cliente deverá estar atento na hora de pedir o seu lanche para a atendente. Isto porque, no cardápio, é a versão feminina do cachorro-quente que ganha destaque: a cadella. “Todos os nossos pratos terminam com ‘ella’, então foi uma forma que encontramos de personalizar o sanduíche para o nosso cardápio”, comentou Carlos Oshiro, proprietário do local.

A cadella conta com salsicha big, molho de tomate, queijo parmesão e mostarda. Para os mais corajosos, ainda há a versão mais elaborada da iguaria, denominada cadellona e que, também, vem acompanhada de salsicha big e molho de tomate, além de bacon e queijo mussarela. “Elas têm uma ótima aceitação. Inclusive, temos um cliente que vem exclusivamente para comer nosso cachorro-quente”, destacou Renata Maciel, atendente da Hamburguella.

SABOR EM DOBRO

Famoso entre os frequentadores do Porão do Alemão, o Dogão Lanche (São Jorge, Est. da Ponta Negra) tem como pratos principais o dogão chefe e o dogão top. O primeiro leva queijo ralado, maionese, molho e queijo derretido, enquanto o último conta, ainda, com a adição de bacon. A novidade? Em ambas as versões, o hot-dog é servido com duas salsichas.

Iguaria gourmet

Em São Paulo, o cachorro-quente faz parte do cotidiano de muita gente. Em lanchonetes e bares mais transados da capital, o lanche deixa de ser apenas um “vira-lata” e passa a adquirir status de iguaria gourmet.

Na Forneria San Paolo (Rua Amauri, nº 319, Itaim), por exemplo, é servida uma versão italiana do sanduíche. Com o nome de cane caldo, o hot-dog é preparado com salsicha especial, molho de tomates e queijo prato, tudo isso envolto por massa de pizza e assado no forno a lenha.

Nas lanchonetes da rede General Prime Burger, os clientes podem optar pelo chihuahua (salsicha Frankfurt, sautée de cebola e cheddar com conhaque) ou slad dog (salsicha, chilli e queijo gorgonzolla).

No pub Cão Véio (Rua João Moura, nº 871, Pinheiros), é certo dizer que o nome da sua iguaria não condiz com os ingredientes utilizados em seu preparo. Isto porque o cachorro-quente, que leva o nome do restaurante, é munido de pão de batata, salsicha Frankfurt, queijo gruyère, mostarda escura e salsa de tomate picante.

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