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Cantora Hêmilly Lira trabalha single em parceria com o filho de Djavan

Amazonense se muda para o Rio de Janeiro e sela laço profissional com o produtor Max Viana. Primeiro disco de estúdio deve vir em 2017 14/09/2016 às 11:20
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Hêmilly Lira e Max Viana, no estúdio dele na Barra da Tijuca (Divulgação)
Laynna Feitoza Manaus (AM)

Uma reviravolta na vida – é o que acaba de vivenciar a cantora Hêmilly Lira. Morando no Rio de Janeiro há dois meses, ela saiu da terra natal em busca de alçar voos e vem conseguindo. O primeiro deles é a música “Sigo em Frente”, single em produção a ser lançado no final do mês nas redes sociais da cantora, produzido pelo músico Max Viana – filho do cantor Djavan.

O single visa aguçar a curiosidade sobre o primeiro disco da cantora, que começa a ser gravado em 2017 e que está em fase de captação de patrocínio. “A música não era a preferida dos fãs, dos meus amigos, mas tenho um carinho diferente por ela, e queria muito que ela fosse escolhida. Quando fizemos a audição, o Max disse ‘É essa. Essa que é forte para o mercado, refrão chiclete”, lembra a cantora. A canção fala do fim de um romance e de seu tempo de cura.

Proposta

Max Viana é responsável pela produção, mixagem, violão e guitarra no single de Hêmilly. “A música vai ter uma pegada eletrônica, e teremos a participação de um músico do Seu Jorge no teclado”, pontua. Segundo ela, a ideia é lançar “Sigo em Frente” nas rádios de Manaus e no Rio de Janeiro, simultaneamente. “Também temos pretensão de levar a produtores responsáveis por dramaturgia no País. Além disso, vou lançar nos meus canais digitais no Youtube, Deezer e Spotify”, coloca Lira.

Hêmilly conheceu Max em um show dele, em Manaus. “Entrei no camarim e ele já era super acessível. Falamos sobre música e trocamos contato. Há dois anos me vi enrascada com uma proposta de um produtor daqui e não sabia se era seguro investir. Daí chamei Max no Facebook para pedir conselhos. Ele pediu para ouvir meus trabalhos e disse que minhas músicas eram hits, e se não fosse causar problemas com o outro produtor, que gostaria de produzir minha música. Fiquei tão extasiada que nem sabia o que dizer”, relembra ela.

Três perguntas – Max Viana

Como você conheceu Hêmilly?

Nosso contato veio por meio da Internet. Através da Internet estreitamos relação. Ela falou que queria produzir um trabalho, e gostei da voz dela, da maneira com que ela canta. O mais bacana da Internet é interagir com pessoas de outros lugares. Ela já estava se programando para vir para cá.

Como vocês debateram o processo?

Optamos por fazer uma coisa com sonoridade contemporânea, com coisas programadas, porque não só a música indicava que o caminho seria bom: ela mesmo gosta de algo mais ‘swingado’, programado. Ela mesmo preferiu essa pegada. O trabalho de produzir alguém não nos faz olhar só para a produção, mas dialogar com o mercado e com o artista.

Você vai produzir só o single ou o disco?

Acho que vamos estender a parceria para outras músicas. Não sei se o disco inteiro, ela pode querer trabalhar com outros profissionais, mas o meu desejo é produzir o disco todo. Ao longo do disco, vamos ter coisas mais regionais. Toco muito com o Sérgio Carvalho (baixista amazonense) e viajo muito p’raí. Ouço muita coisa. Não tem nada na cabeça que eu possa te dizer agora, mas essa coisa de misturar sons vem da vontade de você querer misturar.

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