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Cartunistas locais fazem mostra em tributo a artistas da 'Charlie'

“Eh, meu amigo Charlie!” reúne trabalhos de 16 artistas e ficará em cartaz na Galeria do Bar Caldeira, no Centro 13/01/2015 às 17:58
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Cartaz da exposição "Eh, meu amigo Charlie!", em homenagem aos artistas da revista francesa "Charlie Hebdo"
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Cartunistas, chargistas, designers e artistas de Manaus prestam uma homenagem aos artistas da revista “Charlie Hebdo” com a exposição “Eh, meu amigo Charlie!”, a ser inaugurada amanhã, às 10h, na Galeria do Bar Caldeira (rua José Clemente, esquina com Lobo D’Almada, Centro). A mostra, que reúne trabalhos de 16 artistas locais, faz parte da programação cultural em comemoração pelos 52 anos do reduto boêmio do Caldeira. A entrada é gratuita.

“Eh, meu amigo Charlie!” terá trabalhos de Caroene, Liminha Júnior, Gilmal, Eunuquis Aguiar, Fernando Brum, Romahs, Netto, Elvis, Arnaldo Garcez, Gustavo Miguel, Cleber Damalia, Edgar, Manoel do Carmo, Euros Barbosa, Marius Bell e Myrria.

Os trabalhos prestam tributo à memória dos cartunistas Stéphane Charbonnier, que assinava como Charb; Jean Cabut, o Cabu; Bernard Verlhac, o Tignous; Philippe Honoré; e Georges Wolinski. Eles estavam entre as vítimas do ataque realizado no último dia 7 ao escritório da “Charlie”, em Paris.

A mostra no Caldeira integra a programação cultural comemorativa pelos 52 anos do bar, que terá ainda shows musicais de artistas residentes e convidados. A agenda inicia às 10h, com uma seleção de MPB, e segue às 14h com show de chorinho, em que a Velha Guarda Caldeirense apresenta um repertório com as melhores músicas da boemia brasileira.

Mais tarde, às 19h, tem show especial com Rinaldo Buzaglo e Fred Jobim. E, para finalizar, às 21h acontece o esperado parabéns pelos 52 anos, com a participação de divas do Caldeira, artistas residentes da casa e roda de samba especial com Zé Mário. Toda a programação é aberta ao público.

Ao longo de seus 52 anos, o Bar Caldeira registrou a visita de vários ícones da MPB, entre eles Vinicius de Moraes, Jamelão, Rodrigues e Sílvio Caldas, que têm placas com seus nomes fixadas na calçada do estabelecimento. Sem falar da diva do rádio amazonense, Kátia Maria, a primeira mulher a frequentar o Caldeira, quebrando o tabu de ser um bar frequentado apenas por homens.

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