Terça-feira, 21 de Janeiro de 2020
ARTES

Cheiros e sabores da gastronomia amazônica são rememorados em performance

Em “BankêtePerformátikoAmazôniko”, o público e os performers participam de um banquete que oferece uma experiência do degustar em comunhão; temporada chega ao fim neste sábado (27)



picol_.JPG Foto: Divulgação
25/05/2017 às 16:45

A temporada da “PerformanceK: BankêtePerformátikoAmazôniko” chega  ao fim neste sábado (27), às 17h, no DaVárzea das Artes, na Rua B, Casa 2, conjunto Jardim Yolanda, no bairro Parque 10, na Zona Centro-Sul de Manaus. “Bankête” é um ritual gastronômico performativo contemporâneo, inspirado livremente na rica gastronomia amazônica, com seus cheiros, temperos e sabores. Assim, público e performers participam de um banquete que oferece uma experiência do degustar em comunhão. Ingressos custam R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia).

Por que a chita/tecido/pele no nosso “Bankête”, nos nossos corpos? O idealizador da obra, Francisco Rider, explica que quando criança, em Manaus, ouviu muitas pessoas dizerem que usar chita era brega, tecido para pobre e roupa para pessoas do interior do Amazonas.



“Visões limitadas e preconceituosas sobre uma pele/tecido tão cheio de brasilidades. Mas, por que a Chita? Porque nos alimenta de memórias sensórias de um Brasil que provoca um diálogo entre a tradição e o contemporâneo. Nos remete às mesas de comer dos flutuantes de Manaus, nos faz lembrar da Amazônia urbana, ribeirinha e dos barrancos, nos invade o corpo de cores, fortes cheiros e sensações, nos faz ouvir radinho de pilha, nos faz dançar Teixeira de Manaus”, disse.

A proposta não é vir ao banquete pensando que irá se “empanturrar” de comida, ao contrário, as experiências serão minimalistas.

“Serviremos um cardápio que provoque reminiscências involuntárias da infância manauara, como, por exemplo, as broas e cascalhos que são vendidos nas feiras urbanas da cidade. Assim como as madeleines de Proust, que o transportava pelas memórias da infância”, adiantou o idealizador.


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