Domingo, 25 de Agosto de 2019
Vida

Cidade Garantido, em Parintins, recebe repaginada com entrada de nova diretoria do Boi

A reforma do galpão do Boi Bumbá Garantido, em Parintins, incluiu limpeza da área externa, retirada de entulhos, capinação, pintura dos galpões central e confecção de novo palco



1.jpg Espaço que concentra a sede administrativa, galpão e curral do Boi Garantido, em Parintins, será revitalizado
08/10/2014 às 16:18

Uma "força tarefa", envolvendo dos artistas Wandir Santos e Augustinho Rodrigues, está realizando a revitalização do complexo da Cidade Garantido e do armazém da antiga Cibrazem. Os trabalhos começaram no início do mês de setembro, mas somente ​​esta semana foi intensificado, com a limpeza da área externa do galpão, retirada de entulhos, capinação, pintura dos galpões central e de confecção de capacetes de tribos.

O presidente do Boi Garantido, Adelson Albuquerque, disse que a pintura dos galpões fica a cargo de Kleber Brelaz. O artista Wandir Santos atua na pintura das marcas e de patrocinadores do bumbá. Augustinho Rodrigues opera na confecção de palco para eventos e apresentações aos turistas, cuja temporada começa no dia 7 de novembro. O presidente tem acompanhado pessoalmente os serviços executados de ordem burocrática e estrutural.

Adelson Albuquerque explica que a parte do galpão de frente para o rio Amazonas terá um novo visual e quem chegar à cidade já perceberá a mudança empreendida pela nova diretoria. De acordo com o presidente, até o final do mês, o serviço estará concluído. A revitalização da Cidade Garantido consiste também na retirada de 10 toneladas de ferro velho, acumuladas em diversos lugares na área da propriedade.

Reciclagem

O material recolhido é entregue para uma empresa de Parintins, sem ônus ao Garantido. “Antes, o Bumbá tinha que pagar pessoas para captar esse material, mas agora existe um acordo com a empresa para mantermos o ambiente limpo”, declara Adelson Albuquerque. O gestor disse que tinha material encoberto com a enchente do rio Amazonas e outros estavam no meio do mato, enterrado ao longo de anos.

Um grande volume de isopor deixado ao lado do antigo armazém da Cibrazem, no conjunto João Novo, poderá ser reaproveitado. Adelson Albuquerque afirma que será feito um serviço de reciclagem e adaptada uma máquina para triturar os restos de isopor.

Esses resíduos serão transformados em 'farinha' de isopor para posteriormente se trabalhar com produtos artesanais, comercializar e reverter em verba para a associação folclórica. “O material foi acumulado ao longo de anos e tem sobra desde 2004. O entulho oferece perigo para as pessoas que moram nas proximidades, além de ser crime ambiental. Fazemos o recolhimento e gradativamente vamos dar uma solução”, afirma.

*Com informações da assessoria

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