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Cine Tarumã da Ufam homenageia Jane Fonda

Espaço exibe três produções da atriz norte-americana, que está completando 50 anos de trajetória artística 19/08/2013 às 09:37
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Sex symbol nos anos 1960, Jane Fonda mais tarde ficou conhecida pelo ativismo político
JORNAL A CRÍTICA ---

Nesta semana, o Cine & Vídeo Tarumã, da Ufam, faz uma homenagem à atriz Jane Fonda. Aos 75 anos, a também escritora, ativista política e ex-modelo continua ativa no cinema, tendo participações no drama “E se vivêssemos todos juntos?” e na comédia “Paz, amor e muito mais”, ambos filmes de 2011, e já está rodando “The butler”, interpretando a ex-primeira dama dos Estados Unidos, Nancy Reagan. Na televisão, ela pode ser encontrada de vez em quando na série “The Newsroom” fazendo o papel de uma proprietária de uma rede de TV.

Jane Fonda, filha do astro Henry Fonda e irmã de Peter Fonda, começou sua carreira no início dos anos 1960 e depois de cinco anos já era considerada sex symbol, mas só ganhou seu primeiro Oscar em 1971, pelo filme “Klute – O passado condena”. Nos anos 1970 ela fundou a sua própria produtora e casou-se com um ativista político, Tom Hayden, envolvendo-se totalmente com questões políticas do seu país.

Nos anos 1980, voltou-se para o fitness, tornando-se produtora de um programa de vídeo e um livro de ginástica aeróbica que a tornaram extremamente rica e mais conhecida.

Lista de filmes

Abrindo a programação, hoje, o filme exibido será a divertida comédia misturada ao gênero western “Dívida de sangue”, de 1965, do diretor Elliot Silverstein. No filme, Catherine Ballou, que deseja ser professora, viaja de trem até Wolf City, Wyoming, para visitar seu pai, pois uma grande corporação deseja se apossar do rancho dele.

Na quarta-feira será apresentado o filme no qual Jane Fonda venceu o Oscar de Melhor Atriz, “Klute – O passado condena”.

“Amargo regresso”, de 1978, filme que lhe rendeu mais uma estatueta do Oscar, fecha a programação em homenagem a Jane Fonda. Do diretor Hal Ashby, o filme é considerado um dos melhores filmes pacifistas sobre as feridas deixadas pela Guerra do Vietnã. Em 1968, Bob Hyde (Bruce Dern), um oficial do exército americano, embarca para o Vietnã. Sally (Fonda), sua mulher, vai trabalhar em um hospital de veteranos e lá se apaixona por Luke Martin (Jon Voight), um soldado que ficou paraplégico na guerra do Vietnã. A trama se desenvolve até que, quando Bob retorna e descobre a verdade e as conseqüências dessa realidade se tornam dramáticas para todos os envolvidos.

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