Domingo, 13 de Outubro de 2019
Vida

Cinema brasileiro tem presença expressiva na 65ª edição do Festival de Berlim

Ao todo, 14 filmes brasileiros participam de cinco mostras do Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale



1.jpg O evento, que começou nesta quinta-feira (5), vai até o dia 15 de fevereiro
05/02/2015 às 21:09

O cinema brasileiro tem participação expressiva na 65ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim – Berlinale, que começou nesta quinta-feira (5), na capital alemã, e vai até o próximo dia 15. Ao todo, 14 filmes brasileiros participam de cinco mostras do festival, enquanto 13 profissionais marcam presença no Berlinale Talents, o grande encontro de profissionais do setor.

De acordo com nota da Agência Nacional do Cinema (Ancine), oito filmes e três profissionais estão na Berlinale com o apoio do programa do órgão para esta finalidade. Na seção do festival destinada a trabalhos de vanguarda e experimentais, estão participando os filmes Brasil S/A, de Marcelo Pedroso, e Beira-Mar, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher. As duas produções foram apresentadas ao curador Christoph Terhechte em outubro do ano passado, durante a 8ª edição do Programa Encontros com o Cinema Brasileiro, promovido pela Ancine.

Na mostra Panorama, foram selecionados para esta edição quatro filmes brasileiros: Sangue Azul, de Lírio Ferreira, que abre a mostra; Ausência, de Chico Teixeira; Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert; e Jia Zhang-ke, um Homem de Fenyang, de Walter Salles. Os três primeiros foram contemplados pelo programa de apoio da agência.

Os longas Beira-Mar, Ausência e Sangue Azul também estão indicados ao prêmio Teddy, que o Festival de Berlim concede às melhores obras que abordem a temática LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e transgêneros). Em 2014, o vencedor nessa categoria foi um filme brasileiro, Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro.

Na seção Berlinale Shorts, dedicada aos curtas-metragens, o representante brasileiro é o filmeMar de Fogo, de Joel Pizzini. Já na mostra NATIVe, de cinema indígena, que este ano terá como foco as produções da América Latina, o Brasil comparece com quatro filmes: Hepari Idub'rada, Obrigado Irmão, de Divino Tserewahú (1998); O Mestre e o Divino, de Tiago Campos Tôrres (2003); As Hiper Mulheres (Itão Keugü), de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro (2011); e Ma Ê Dami Xina - Já me Transformei em Imagem, de Zezinho Yube (2008).


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