Publicidade
Entretenimento
Vida

Ciranda Guerreiros Mura explora imaginário popular em apresentação

A agremiação azul e vermelha levou o epetáculo “A fantástica jornada de um guerreiro apaixonado” para a arena na segunda noite do 17o Festival de Cirandas de Manacapuru 02/09/2013 às 12:41
Show 1
O cordão de cirandeiros azul e branco da ciranda Guerreiros Muras da Liberdade cercam a princesa cirandeira
acritica.com Manacapuru (AM)

“A fantástica jornada de um guerreiro apaixonado” foi o tema da segunda noite do Festival de Cirandas de Manacapuru, com a apresentação da Guerreiros Mura da Liberdade, que ganhou a arena do Parque do Ingá na noite deste sábado (31).

A agremiação contou, através das cirandadas e danças típicas da festa, a trajetória do Manelinho, personagem clássico das cirandas. O caboclo, ainda jovem, atravessou terras desconhecidas e enfrentou grandes perigos para provas o seu amor à Constância e salvá-la da morte. A apresentação durou duas horas e 15 minuto.

A Guerreiro Mura utilizou - e muito - a imaginação do folclore popular, elemento típico das histórias contada pelo Seu Manelinho já velho, para criar uma jornada mágica pelo mundo das cirandas, incorporando muitos elemento da cultura mundial no meio.


Em meio a rodas de cirandas e cirandadas (letra e música), a cantata (banda) ditou o passo da viagem do caboclo amazonense pelo mundo perdido de Atlântida, seu encontro com discos voadores, sua visita ao Mágico de Oz e sua batalha contra um monstruoso homem-guelra gigante. Alegorias e cenários deram o tom dos momentos cênicos.

O cordão de entrada, composto por 68 pares, num primeiro momento representou Manelinho nas águas do Rio Solimões em busca do pássaro carão, outro personagem típico das cirandas e motivo de sua longa jornada. Logo em seguida, o cordão de entrada representa a imaginação do pescador ao puxar sua tarrafa e pescar não peixes, mas seres fantásticos das profundezas. Começa aí sua viagem ao desconhecido ao ritmo da ciranda.

A nação azul e vermelha na arquibancada ia o delírio com a narração na arena e fez um show à parte nesta noite, com empolgação e um claro sentimento de admiração. A noite ainda teve cirandadas como a do compasso sonhador e recebeu a princesa cirandeira (Paula Araújo), a porta-cores (Sabrina Sales) e a cirandeira bela (Thalita Bastos). A cada beleza nova apresentada, a galera respondia com gritos de torcidas bem sincronizados, elevando o nível do espetáculo. 

Com grande uso de fogos de artifícios e guindastes para subir e descer personagens, a Guerreiro Mura fez uma bela apresentação, se igualando à noite da abertura protagonizada pela Flor Matizada. Neste domingo (1), é a vez da Tradicional levar sua história ao “cirandodrómo”, na noite que encerra o 17o Festival de Cirandas de Manacapuru.

Assista aos melhores momentos e veja galeria de imagens da segunda noite do Festival de Cirandas de Manacapuru 2013!



Publicidade
Publicidade