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Otoplastia

Cirurgia corrige problema de orelhas em abano

A Otoplastia é feita em pacientes acima de sete anos de idade, quando a formação da orelha está completa 22/01/2013 às 13:57
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Brad Pitt fez a Otoplastia (cirurgia que corrige os casos de orelhas em abano)
Cynthia Blink Manaus

A protuberância das orelhas não representa  risco à saúde, entretanto conviver diariamente ouvindo piadinhas e apelidos pode ser insuportável. Prova disso, é a realização da Otoplastia (cirurgia que corrige os casos de orelhas em abano) ser muito frequente. A cirurgia é um recurso valioso para os que desejam alcançar uma melhor harmonia facial e se livrar do bullying.

Os cirurgiões plásticos que atuam em Manaus afirmam que todos os casos de orelha em abano tem correção. É uma cirurgia rápida, cerca de duas horas, sem contra-indicação. O ideal, porém, é que tenha no mínimo sete  anos de idade, quando a formação da orelha está completa.

Já o pós-operatório dependerá da técnica utilizada pelo cirurgião plástico, nada que limite muito quem fez a cirurgia. O paciente poderá voltar às suas atividades normais, em média, quatro dias depois do procedimento, ainda utilizando faixas de proteção por algumas semanas.

Sem cicatriz

Renato Gallo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), explicou como funciona o final do tratamento com seus pacientes.  “Eu utilizo um curativo oclusivo (enfaixamento) nos primeiros quatro  dias após a cirurgia e depois, até a retirada dos pontos (geralmente com 10 a 15 dias), deixo um enfaixamento intermitente mais como forma de proteção”.

De acordo com a cirurgiã plástica  Glória Buitrago, a cicatriz é praticamente imperceptível.  “Uma leve assimetria  é normal, mesmo as pessoas que não precisam de cirurgia não apresentam simetria absoluta”, ressaltou a médica.

O cirurgião  Jorge Cabral Neto conta que em toda cirurgia que realiza sempre trabalha para ter o resultado mais  natural, “Faço o procedimento com toda a atenção e delicadeza para que não fique  artificial, como de uma cirurgia evidente, nem corra o risco das frequentes voltas a mesa de cirurgia para corrigir o mesmo problema”. Ele também salienta que esta não é apenas uma medida estética, mas na maioria dos casos, também permite maior  socialização.

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