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Confira dez destinos turísticos internacionais em conta para visitar apesar da alta do dólar

Drible a desvalorização do real perante a moeda americana que deixou a vida do viajante brazuca esse ano, senão mais complicada, decididamente mais salgada 23/10/2015 às 13:41
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Nova Délhi, na Índia, é um dos destinos
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A alta do dólar está assustando todo brasileiro com planos de viajar. Não é para menos: como o preço da maioria dos destinos se pauta conforme a oscilação da moeda do Tio Sam, a desvalorização do real perante ela deixou a vida do viajante brazuca esse ano, senão mais complicada, decididamente mais salgada.

Quem ganha força nesse cenário são os destinos nacionais, claro, mas eles não são as únicas opções para quem quer dar uma volta neste finzinho de baixa temporada. Sem mais delongas, aqui vão dez dicas de destinos internacionais que não estão sofrendo tanto com a alta do dólar, começando por...

Nova Délhi

“Mas o que? A passagem é muito cara!”. De fato, se você sentir vontade de visitar o lindo monumento na foto acima, saiba que a ida e volta à cidade indiana, a partir de São Paulo, costuma gravitar entre os R$ 4 mil. Em compensação, as atrações turísticas costumam ser bem baratas (várias têm admissão abaixo de R$ 20) e os hoteis do país também são acessíveis. 


Santiago do Chile

A passagem de ida e volta para a capital chilena custa pouco mais de R$ 1.700. Uma vez lá, você pode aproveitar a desvalorização do peso chileno com bons hotéis e jantares (para não falar nos vinhos).


Lima

Que tal conferir a tão badalada comida peruana no próprio país andino? Jantares lá saem a R$ 25 (em média) e costumam ser imperdíveis. Além disso, saindo de Manaus, você vai e volta por menos de R$ 1.800.


Curaçao

A grande vantagem da ilha caribenha é que muitos hoteis trabalham com o sistema “all inclusive”, que permite aos hóspedes fazer todas as refeições no hotel. Dá uma bela reduzida no gasto.


Montevidéu

Charmosíssima e com uma forte pegada nostálgica, a capital uruguaia está a apenas R$ 1.700 de distância de Manaus. Além disso, excelentes hotéis têm diária entre R$ 250 e R$ 350.


Quito

De antemão, a gente já avisa: a capital do Equador utiliza bastante o dólar. Antes que você pergunte o que ela está fazendo nessa lista, a gente responde: é que o custo de vida lá é barato independente disso. Alguns exemplos: o transporte público custa menos de R$ 1 na conversão, um bom jantar sai a R$ 30 (em média) e a maioria das atrações turísticas custam menos de R$ 20.


Bali

Chegar em Bali, na Indonésia, pesa no bolso. Sem brincadeira, você corre o risco de gastar cerca de R$ 7 mil para ir e voltar (partindo de Manaus). Uma vez lá, a maioria dos cartões-postais, como praias, plantações de arroz e templos são gratuitos, o que já alivia, sem falar que hotéis de luxo na cidade chegam a cobram menos de R$ 200 a diária.


São Petesburgo

A capital da arte na Rússia é um tanto cara para se chegar nela. Saindo de Manaus, você pode gastar até R$ 8 mil para ir e voltar (partindo de Manaus). Ela, no entanto, compensa com várias atrações turísticas na faixa dos R$ 20 - como o Museu Hermitage, um dos mais famosos do mundo.


Cairo

Locomover-se pela capital egípcia é relativamente barato (especialmente se você for de metrô, cujo bilhete avulso custa menos de R$ 1) e há hotéis acessíveis. Ah, e as famosas pirâmides de Gizé, que você vê acima? O passeio que dá direito a visitar as três sai por menos de R$ 25.


Bogotá

A capital da Colômbia é famosa pelo viés artístico e cosmopolita. Para nós, manauaras, já é uma mão na roda o fato de Bogotá estar geograficamente perto. A passagem de ida e volta a partir daqui sai por aproximadamente R$ 2 mil. Lá, bons jantares saem na faixa dos R$ 20 e hoteis de três estrelas estão em conta.


Bônus: Cracóvia

Cracóvia, na Polônia, é um pouco mais cara do que as demais cidades da lista oficial, mas ela continua sendo uma das opções mais baratas quando o assunto é leste europeu. O viajante que se aventurar por lá consegue arranjar hoteis bons a menos de R$ 200 a diária, por exemplo.

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