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‘Conhecer para cuidar’: Caderno especial de A CRÍTICA fez sucesso entre leitores e bate recordes

Manaus ganhou um novo colorido a partir das mãos de amazonenses e de tantas outras pessoas que fizeram daqui sua terra com a edição comemorativa da Rede Calderaro de Comunicação pelos 346 anos da capital 26/10/2015 às 08:44
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No sábado os leitores de A CRÍTICA acordaram cedo para garantir a edição especial em alusão aos 346 anos de Manaus
Silane Souza Manaus (AM)

Por volta de 8h30 de sábado, quando muitas pessoas ainda estavam indo à padaria comprar o pão para o café da manhã e também o jornal do dia, a edição de A CRÍTICA em homenagem ao 346º aniversário de Manaus já havia se esgotado nas bancas. Além de contar histórias de pessoas apaixonadas pela cidade e por suas cores, o caderno especial também presenteou o leitor com o livro de colorir “Conhecer para cuidar”, que veio acompanhado de uma caixa de lápis de cor.

A professora Esmeraldina Assunção Alfaia, 61, foi em duas bancas de jornal situadas no bairro Cidade Nova, Zona Norte, e em nenhuma delas encontrou jornal A CRÍTICA. “Eu tenho um sítio na estrada da Cooperativa (localizada nas proximidades no ramal do Pau-Rosa, BR 174) e ia levar uns jornais para as pessoas que me encomendaram por causa do livro de colorir. Mas não encontro mais A CRÍTICA em lugar nenhum”, relatou.

O advogado Jorge Alberto Gomes, 48, conseguiu uma edição de A CRÍTICA de sábado por volta de 10h30. Mas isso só porque ele havia pedido um dia antes para o pessoal de uma padaria localizada próxima da casa dele para que guardassem o jornal. “Eu sempre encomendo deles e hoje não poderia ser diferente, por conta de ser uma edição histórica. E o caderninho de colorir vai ser para a minha filha, que tem nove anos”, declarou.


O estudante Gustavo Silva do Nascimento, 6, fez a mãe dele, a técnica em eletrônica, Juliana de Costa e Silva, 26, acordar cedo em pleno sábado para conseguir um exemplar de A CRÍTICA. Ela contou que saiu de casa por volta de 7h e conseguiu comprar o jornal em um ponto de venda situado na Zona Oeste. “Ele insistiu muito para eu comprar o caderno de colorir”, comentou ela. “Eu gosto muito de pintar desenhos”, completou Gustavo.

Procura

A jornaleira Maria Francisca Freitas da Costa, 52, que tem um ponto de venda na avenida Carvalho Leal, Zona Sul, vendeu 70 jornais A CRÍTICA em duas horas. “Eu comecei a vender 5h quando foi 7h não tinha mais nenhum. Teve um rapaz que comprou 17 de uma vez. Tem muita gente procurando ainda, mas não tenho mais jornal. Em outros pontos me disseram que não tinha mais nenhum exemplar”, evidenciou.

Recorde de vendas no interior

As vendas do jornal A CRÍTICA de sábado também foram um sucesso no município de Manacapuru (a 84 quilômetros da capital). O jornaleiro Francisco Vasconcellos Mendes, 58, contou que até a filha dele ficou sem a edição especial do periódico amazonense. “A prioridade foi dos assinantes porque eles compram todos os dias”, revelou.

De acordo com Francisco,  110 exemplares de jornal foram vendidos por ele em meia hora. Ele relatou que ficou ‘com dor de cabeça’ por não ter atendido todo mundo. “Se eu tivesse  300 jornais em mãos, tinha vendido tudo porque muita gente me procurou. Teve gente me ligando de Manaus para guardar um jornal porque não encontrava mais na capital. Mas se lá não tinha mais, aqui também não sobrou”, brincou.

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