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Crítica: 'Invasão à Casa Branca' é salvo por cenas de ação

O longa-metragem, dirigido por Antoine Fuqua, tem em seu roteiro cheio de furos seu ponto mais fraco 08/04/2013 às 10:20
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A ação acaba sendo o forte do longa-metragem
Cynthia Blink Manaus, AM

Quase 120 minutos de ação e um roteiro frágil. O novo longa-metragem dirigido por Antoine Fuqua mostra, bem ao estilo hollywoodiano, o Olympus, código secreto para Casa Branca, aqui tomada por terroristas coreanos. O presidente (Aaron Eckhart) e altos funcionários do Governo são transformados em reféns.

Mas não importa que toda a segurança de um dos locais mais vigiados dos EUA tenha sido destruída em apenas 13 minutos. Afinal, o ex-chefe do serviço secreto Mike Banning (Gerard Butler) atendeu ao código “9-9-9” e se infiltrou no prédio a tempo. Lembrando que o mega competente agente estava afastado do serviço. Ponto para o roteiro fraco.

Ação

Além da total incompetência da defesa militar dos Estados Unidos, exibida com uma inacreditável vulnerabilidade, o ato terrorista dos coreanos teve o apoio de um agente traidor, vivido por Dylan McDermott. E por quê o agente traiu seu País? Talvez nem mesmo Fuqua saiba.

Enquanto o presidente em exercício, personagem vivido por Morgan Freeman, assume decisões desastrosas; o agente Mike transborda segurança e avança em seus planos. Sempre executando seus movimentos com uma mecânica típica de profissional altamente treinado e reforçando seu papel de “a única esperança” do País.

Percebe-se que não houve muito esmero com o roteiro, em compensação o filme tem uma dinâmica impecável. Não é segredo que o diretor sabe filmar ótimas sequências de ação. Cenas com a bandeira americana e discursos de fidelidade ao País compõem o filme, assim como existe em outros desse gênero.

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