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Curral do Garantido espalha o encanto vermelho

Festa do Garantido reuniu no Sambódromo um público de 4 mil pessoas, no último sábado, segundo a organização 01/04/2013 às 09:51
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À meia-noite, o apresentador oficial Israel Paulain começou a tradicional contagem para o rufar da Batucada
Rafael Seixas Manaus, AM

Apesar do tempo chuvoso, a nação vermelha e branca não deixou de comparecer ao primeiro Curral do Garantido, batizado de “Garantido, MAG e A CRÍTICA de mãos dadas com o povo”, realizado neste último sábado (30), no Centro de Convenções (Sambódromo). O evento fez o público presente reviver os tempos das festas feitas no Olímpico Clube, entre 1995 e 1997, época em que o Movimento Amigos do Garantido (MAG) foi fundado.

“Essa festa foi para revivermos os primeiros anos do MAG em Manaus. Foram anos de muita luta, mas também muitas vitórias. Firmamos o nome do Garantido na capital, arregimentamos novos torcedores e fortalecemos laços com os antigos. E para marcar essa época histórica, temos as nossas toadas maravilhosas para relembrarmos”, explicou Rivaldo Pereira, presidente do MAG.

Entre as toadas relembradas estavam “Emoção”, “Terceira evolução”, “Minha sina” e “Parintins para o mundo e ver”. O comando da noite ficou por conta de Sebastião Júnior (levantador), Israel Paulain (apresentador), Verena Assis (nova porta-estandarte do bumbá), Leonardo Castelo e P.A. Chaves, que foram acompanhados pela banda Batucada, Batucada do Garantido, Garantido Show e Comando Garantido.

“Tudo começou no Olímpico. Aliás, minha estreia em Manaus foi lá, em 1996, quando chamei o Paulinho Faria (antigo apresentador) pela primeira vez”, revelou Paulain.

Tradição

À meia-noite, o apresentador oficial Israel Paulain começou a tradicional contagem para o rufar da Batucada. Em seguida, o levantador Sebastião Júnior se juntou a Paulain para continuar a festa com as toadas antológicas e as que farão parte do DVD/CD “Garantido – O Boi do Centenário”. Os dois mostram sintonia com a galera.

Um dos momentos mais marcantes foi a entrada da porta-estandarte, que chegou montada numa onça pintada, evoluindo ao som da toada “Além da sensibilidade”, de Enéas Dias. “É muita responsabilidade, mas estou sentindo uma boa energia da galera e da diretoria, e prometo retribuir com muito empenho”, disse Verena.

Destaque

Essa entrada com a onça e com os índios segurando tochas também era feita no Olímpico Clube, como salientou Pereira, em matéria publicada anteriormente. “Aquela entrada com vibração, com a Batucada acompanhada dos índios segurando tochas, vamos repetir. Ela entrará pelo portão principal do Sambódromo até subir no palco. Em 1998, trouxemos a porta-estandarte numa onça pintada junto da Batucada e dos índios. Como é o primeiro ano da Verena, ela chegará ao palco na onça pintada”.

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