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MÚSICO

Daniel Zé apresenta 'Calma Karma', segundo disco solo de sua carreira

O material, que foi financiado pelos próprios fãs através de uma plataforma de crowdfunding, é composto por dez faixas autorais 08/05/2017 às 12:02
Show 5
(Foto: Divulgação)
acritica.com

Depois de lançar o álbum Memorias meio Inventadas (2014), Daniel Zé apresenta Calma Karma, segundo disco solo de sua carreira. O material, que foi financiado pelos próprios fãs através de uma plataforma de crowdfunding, é composto por dez faixas autorais.

Daniel Zé é um artista que busca inspirações nas coisas do dia a dia. Um filme, um livro ou até mesmo uma boa conversa servem de lampejos para este cantor, compositor e guitarrista. Por isso, o material conta com várias participações especiais tanto na sonoridade quanto na concepção das músicas.

A faixa Fiume, por exemplo, surgiu de um bate-papo entre Daniel Zé e Thiago Abreu. Rijeka ou Fiume, em húngaro, é uma cidade croata que viveu um período de sua história, no mínimo, inusitada. O local instituiu conceitos da ideologia anarquista, tendo a música e a festa como princípios fundamentais. “A revolução não durou muito, mas foi um sonho bonito que serviu inspiração”, comenta Daniel Zé. 

No single Braços de Cimento, o músico fala da relação entre o homem e a cidade grande. Paulistano e, atualmente, morando no bairro da Bela Vista, Daniel tem uma relação muito forte com a cidade de São Paulo. Por isso, nesta canção exalta a capital e suas contradições.

Já a faixa-título, quarta do disco, foi a forma que o músico encontrou para pedir um pouco mais de calma para o mundo. Com os gritos de sua guitarra, swing e muito groove, Daniel suplica que a vida, incluindo as atividades artísticas, não seja tão dura, sugerindo um pouco mais de paciência ou melhor: Calma Karma. 

O disco foi produzido por Lennon Fernandes, que também é responsável pelas guitarras nas apresentações, e pelo próprio Daniel Zé (guitarra, voz e violão). Nos shows, o músico tem, ainda, o apoio de Hélio Pisca (teclado), Guto Costa (baixo) e Leandro Amorim (bateria).    

Daniel Zé

Começou aos sete anos de idade, quando, deslumbrado com o “boom” do rock da década de 80, arriscava os primeiros acordes no violão. A brincadeira de tocar o instrumento era comum, mas quando viu a banda Guns N' Roses no Rock in Rio (1991) não teve mais dúvida de qual profissão queria seguir: músico. “Naquela época eu queria ser o Slash”, brinca. Estudou música no conservatório Universidade Livre de Música (ULM), onde teve aulas com o renomado professor Olmir Stocker, o Alemão. Participou ativamente de bandas como, por exemplo, Killers, Red Fox e Clave de Clóvis”.

Em 2013, seguiu em carreira solo. Lançou o primeiro disco, Memórias meio Inventadas, em 2014. No ano seguinte, lançou os singles Não e Alessandra Negrini e Eu, que estão disponíveis no YouTube. Daniel Zé é rock n roll, mas carrega influências de música brasileira, original funk e indie.    

*Com informações da assessoria de comunicação.

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