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Dia do coração é comemorado nesta terça-feira (30)

Com as atividades do dia a dia, nem sempre os cuidados com a saúde são valorizados e a população esquece de medidas básicas que podem evitar o aparecimento de doenças 27/09/2014 às 09:25
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Em casos de descoberta de alguma cardiopatia, o tratamento deve ser de acordo com a situação de cada paciente para garantir a melhoria esperada
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Os problemas cardíacos são mais comuns do que se imagina e, anualmente, milhares de pessoas são vítimas de diversas doenças que atacam o coração. De acordo com dados do World Health Organization, de 2000 a 2012, mais de 17 milhões de pessoas faleceram em decorrência de cardiopatias e a estima-se que em 2030 esse número passará dos 22 milhões. Para chamar atenção dessa situação, na próxima terça-feira será  comemorado o Dia Mundial do Coração.

Com as atividades do dia a dia, nem sempre os cuidados com a saúde são valorizados e a população esquece de medidas básicas que podem evitar o aparecimento de doenças. De acordo com o cardiologista do Hapvida Saúde, Newton Rodrigues, o estresse, o histórico familiar, a idade, sedentarismo, diabetes, hipertensão, tabagismo, obesidade e colesterol elevado são alguns dos fatores de risco que mais influenciam o aparecimento de problemas cardíacos.

Cada um desses aspectos modificam a qualidade de vida e fazem com que o paciente apresente sintomas que nem sempre são relacionados a cardiopatias, mas que exigem cuidados. No entanto, quando há algo errado no coração, os pacientes podem apresentar sinais bem característicos. “O cansaço aos médios e pequenos esforços, dor no peito e palpitações, são alguns sintomas. Porém, muitas cardiopatias podem aparecer sem sintomas ou com outras características, por isso é importante prevenir”, explica o médico.

Os hábitos de vida são os principais responsáveis pela prevenção, tendo em vista a redução dos fatores de risco e, consequentemente, a manutenção da saúde. Segundo o cardiologista do Hapvida Saúde, uma das melhores soluções é livrar-se de tudo que pode comprometer o organismo.  “Não fumar, manter o peso adequado, uma dieta saudável, pressão arterial, glicemia e colesterol normais são  fundamentais”, orienta Newton Rodrigues.

Tratamento

Em casos de descoberta de alguma cardiopatia, o tratamento deve ser de acordo com a situação de cada paciente para garantir a melhoria esperada. O acompanhamento não deve parar após o tratamento e a periodicidade de consultas será definida.

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