Publicidade
Entretenimento
Circuito R.I.A 2016

Documentário ‘Juventude conectada’ mostra jovens 'mudando o mundo' através da Web

De acordo com o diretor e roteirista da produção audiovisual, Luis Bolognesi, o documentário é baseado na primeira pesquisa feita pela Fundação, que mostra a relação da Web com o jovem. O documentário foi exibido durante a 4º edição do Circuito R.I.A, em São Paulo (SP) 25/09/2016 às 06:00
Mayrlla Motta São Paulo (SP)

Mostrar como os jovens estão “mudando o mundo” através da Web. Esse é o principal foco do documentário “Juventude Conectada”, exibido durante a quarta edição do Circuito R.I.A (Reflexão, Interação e Ação), realizado na última quarta-feira (21), pela Fundação Telefônica Vivo, no Espaço Catavento Cultural, em São Paulo (SP). O evento apresentou o resultado da pesquisa “Juventude Conectada 2”, na qual possui como pilares: empatia, educação, ativismo e comportamento.   

De acordo com o diretor e roteirista da produção audiovisual, Luis Bolognesi, o documentário é baseado na primeira pesquisa feita pela Fundação, que mostra a relação da Web com o jovem. “A partir desse olhar, nos aprofundamos num modelo muito parecido com uma série feita antes sobre educação, a ‘Educação.doc’, onde mostramos os casos que dão certos em escolas públicas”, explica. 

Segundo Bolognesi, a premissa da produção foi procurar jovens que são protagonistas, tanto no ativismo social, quanto no empreendedorismo e entre outras áreas, mas sempre focado na ferramenta de acesso à internet.

"Todos os projetos que mostramos nessa produção não existiria se não fosse a revolução digital”, disse o diretor. Para ele, essa revolução é muito concreta. “Ela é uma rede de acesso que não tínhamos antes. Para os jovens, dizer isso parece inimaginável. E isso muda absolutamente tudo”, opina.

Durante o Circuito R.I.A, a Consultora de Inovação Social da Fundação, Luciana Scarcialupi, e a Diretora executiva do Social Good Brasil, Carolina de Andrade, contribuíram com a discussão sobre a relação do jovem com a Web.  

Visão

Uma das visões da produção audiovisual é mostrar uma geração de jovens, entre 15, 16 e 30 anos,  que além de usar a ferramenta como elemento de formação, rompe inclusive, os limites econômicos. “Então, baseado nisso, mostramos como eles estão 'mudando o mundo' através dessas possibilidades”, finaliza ao afirmar como encontrou os personagens com o apoio da Fundação.

Exemplo da vida real

Um dos exemplos de jovens que fazem a diferença na internet é a fundadora da rede “Desabafo Social”, Monique Evelle, 22, que também participou do R.I.A no painel “Mais empatia, por favor!”, focada mais na área de empreendedorismo.  Considerada como influenciadora digital e a nova voz do feminismo negro pelo Estadão e Free The Essence, Monique montou a rede como se fosse um grêmio estudantil. “Eu recebi um não. Queria montar um grêmio montado para Direitos Humanos, mas a diretora do colégio que eu estudava dizia que era impossível. Então entrei no grêmio só para falar sobre o que eu queria”, relembra. 

 O nome “Desabafo Social” é baseado na vivência dela, principalmente para representar o grupo na qual pertencia: cinco jovens negros de uma escola.  A rede busca promover a cultura dos Direitos Humanos através do diálogo e também do RAP. 

A repórter viajou a convite da Fundação Telefônica Vivo

Publicidade
Publicidade