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Documento revela que a estilista Coco Channel atuou como espiã durante o nazismo

A ficha inédita foi achada nos arquivos do Ministério da Defesa francês e confirma o papel de agente da estilista 09/12/2014 às 19:19
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A estilista francesa Gabrielle Bonheur Chanel foi a criadora da marca Coco Chanel
ACRITICA.COM* Manaus (AM)

Na biografia sobre a estilista francesa que revoluncionou o mundo da moda o jornalista Hal Vaughan revela que a grande dama da moda era uma “feroz antissemita”, que chegou a louvar Adolf Hitler como um “grande europeu”.

O livro Sleeping With the Enemy, Coco Chanel Secret War (Em português: Dormindo com o Inimigo, A Guerra Secreta de Coco Chanel), retrata com detalhes o envolvimento de Gabrielle Bonheur Chanel com os nazistas, inclusive cadastrada na Abwehr, a inteligência militar alemã, seu registro estaria sob o número de seu número de F-7124.

Em seu livro o jornalista revela documentos que detalham as extensas atividades de Chanel durante o conflito ocorrido entre 1939-1945.

A Agência EFE divulgou um novo documento indicando uma possível aliança entre os nazistas e a estilista veio à tona. De acordo com uma ficha inédita encontrada há dois meses, Gabrielle Bonheur Chanel atuou como espiã paga em uma cumplicidade que a levou a Madri para servir ao 3º Reich. 

De acordo com os documentos, a estilista e fundadora da grife Chanel agia com o codinome Westminster, referência a Hugh Richard Arthur Grosvenor, Duque de Westminster, com quem ela teve um caso por dez anos.

Em 1940, Chanel teria esbarrado com o barão Hans Gunther von Dincklage nos corredores do hotel Ritz, por quem se apaixonou. Ele, dez anos mais jovem do que ela, era adjunto à embaixada do Führer em Paris e estreitamente vinculado à Gestapo. A partir daí, a estilista teria criado um vínculo que ultrapassou o âmbito sentimental.

Até o momento, a grife Chanel não comentou nada sobre a biografia da criadora da marca.


*Com informações da Agência EFE


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