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SUPERAÇÃO

Filme 'Eu só posso imaginar' conta história por trás de canção cristã de sucesso

No filme, que estreia hoje em Manaus, o ator J. Michael Finley dá vida ao compositor, que sofreu durante a infância com o pai abusivo, interpretado pelo renomado ator Dennis Quaid 31/05/2018 às 17:21 - Atualizado em 01/06/2018 às 14:48
Show filme
Foto: Divulgação
acritica.com* Manaus (AM)

A música já foi regravada no Brasil por diversos cantores, como Chris Duran, Gisele Di Mene e Eduardo & Silvana. Agora, “I Can Only Imagine”, música escrita e gravada por Bart Millard, vocalista da banda de rock cristão MercyMe, chega às telonas de todo o mundo em forma de uma cinebiografia. No filme “Eu só posso imaginar”, que estreia hoje em Manaus, o ator J. Michael Finley dá vida ao compositor, que sofreu durante a infância com o pai abusivo, interpretado pelo renomado ator Dennis Quaid.

O filme relata a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Bart se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.

Identificação

O cantor amazonense Felipe Netto, vocalista da banda Atrium, foi um dos convidados para a pré-estreia de “Eu só posso Imaginar” em Manaus e ficou surpreso com a semelhança entre a trama do longa e a sua própria história.  Ele conta que começou a cantar aos cinco anos de idade num concurso musical no bairro onde morava. Aos sete, conseguiu mudar a vida da família: com o dinheiro que o pequeno começou a ganhar com shows, os pais compraram uma casa e ele ganhou uma bolsa integral na melhor escola da capital.

“Tinha uma vida feliz como qualquer criança, mas quando chegava em casa sempre me deparava com conflitos conjugais entre meus pais. Pra mim nunca foi fácil lidar com as dificuldades familiares. Parecia que tudo o que eu havia construído não tinha trazido alegria”, lembra.

“Com 14 anos meu pai foi embora de casa por vários conflitos com a minha mãe e eu também sempre me senti culpado por eles terem vivido os 22 anos de casamento entre trancos e barrancos. Com 14 anos eu também tomei uma decisão que mudou minha vida. Já não me sentia bem cantando músicas seculares. Hoje eu entendo que ali eu tinha me encontrado com Deus. E nunca mais eu fui o mesmo”, acrescenta Felipe.

“Mas um dia meu pai entrou furioso em casa e disse: ‘Hoje você escolhe. Eu ou o seu pastor’. Eu respondi: ‘Não escolho o senhor nem o meu pastor. Eu Escolho Deus’. Ele com os olhos cheio de ira disse: ‘Então a partir de hoje, esquece que eu sou teu pai’. Ficou um bom tempo sem falar comigo”.

Foi quando o cantor amazonense iniciou sua trajetória cristã. Perdeu muitas coisas: dinheiro, fama, bens e o contato com a família. “Minha vida depois de convertido começou a ter vitórias quando Deus iniciou a Restauração de tudo o que eu havia perdido. Hoje sou casado, sou feliz, sou um jovem empreendedor, meu pai voltou a ter um bom relacionamento comigo, Deus me colocou em uma banda gospel que tem um histórico de êxito. Olhando pra tudo isso vejo que em todo o tempo Deus nunca me abandonou. Passei por toda essa trajetória pra entender que viver pra Deus não é fácil mas vale muito a pena”, finaliza.

*Com informações da assessoria de imprensa

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