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Exagerou na bebida e comida? Saiba como sair da ressaca

Nutricionista revela os cuidados que se deve ter antes, durante e depois da festa para não sofrer com a ressaca 01/01/2015 às 11:37
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Nutricionista afirma que não existe problema em beber dois ou mais tipos de bebidas alcoólicas
Cynthia Blink Manaus (Am)

Exagerar na dose nesse período de festas é normal e desejar fugir dos terríveis efeitos do dia seguinte também. Por isso, a nutricionista Luciana Santana revela o que é possível fazer para evitar a ressaca.

“Consumir carboidratos e frutas antes de ir para a festa”, recomenda a nutricionista, Santana para ter energia durante a celebração e suportar melhor a ingestão de álcool. Já durante a festa, o indicado é: “Beber um copo de água para cada copo de bebida alcoólica”, essa medida ajuda a desintoxicar o fígado e diminui a desidratação no cérebro causada pelo álcool. Ainda de acordo com a nutricionista não existe problema em beber dois ou mais tipos de bebidas alcoólicas, como vinho e cerveja ou produtos de marcas diferente. “Misturar os tipos de bebidas alcoólicas não intensifica a ressaca. Essa história não passa de um mito”, garante.

Os cuidados pós-festa se resumem as bebidas (não alcoólicas). “Beber bastante líquido desintoxicante como o suco de melancia com gengibre, suco de frutas com ervas e água”, informa a nutricionista

Ressaca alimentar

As pessoas que não consomem álcool não estão completamente livres das sensações ruins no dia seguinte, elas ainda tem um prato cheio para cair na armadilha da ressaca.

“No caso da má digestão alimentar é adequado que as pessoas consumam frutas e vegetais, principalmente, o abacaxi”, explica a nutricionista Luciana Santana.Ela também lembra que é importante respeitar o organismo. “É necessário aprender a respeitar o organismo. Depois do exagero também é saudável gastar as calorias em atividades físicas”, conclui.

Não lembro de nada

“No dia seguinte a primeira vez que bebi muito só lembrava que tinha tomado uns sucos (eu sabia que tinha vodca, mas quase não dava para notar o álcool) e que estava assistindo a uma banda de amigos. Só acreditei que subi no palco, tirei o microfone do vocalista e comecei a cantar todas as múscias da banda Legião Urbana quando me mostraram as fotos”, conta Lucas* (nome fictício).

Publicada em 2012, uma pesquisa da Universidade da Califórnia em San Diego, feita com imagens de ressonância magnética, sugere que, diferente do que se costuma pensar, esse esquecimento não depende da quantidade de álcool ingerida e sim com a (quem diria?) genética!

O estudo revelou que algumas pessoas têm um componente bioquímico no cérebro que faz com que o álcool afete mais fortemente a atividade cerebral em áreas ligadas ao autodomínio, atenção e memória de trabalho.

Como os nossos pais

Portanto se, como o Lucas*, você também tem histórias de amnésia alcoólica já sabe que talvez não seja o único da família.

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