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Expediente fashion: dicas para vestir-se bem no trabalho

Consultora fala sobre a necessidade de se passar uma boa imagem no ambiente corporativo 30/11/2014 às 19:03
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O filme “O Diabo Veste Prada” mostra ambiente onde vestir-se bem é mandatório
Loyana Camelo ---

Não adianta ignorar: a forma como você se veste no trabalho influencia como lhe enxergam profissionalmente. Ainda que haja variações a depender do ofício desempenhado, a regra permanece. As maiores dificuldades aparecem, no entanto, quando o trabalho segue uma linha formal: aí as dúvidas podem fazer qualquer guarda-roupa parecer pequeno. Para Maria Inês Borges da Silveira, ser elegante no mundo corporativo é muito mais fácil do que se imagina quando se presta atenção a dicas relativamente simples.

Consultora de Comportamento Profissional, Etiqueta Social e Internacional, Cerimonial Público e Privado e Marketing Pessoal, Maria Inês recomenda, em primeiro lugar, ter certas peças-chaves e atentar para a possibilidade de variação entre elas. Caso a referência seja de fato o escritório, ela lista o tailleur (imortalizado por Coco Chanel), a saia no joelho, camisas (especialmente brancas e beges), regatas de cores diversas e a calça de linho. Os acessórios também são ótimas formas de diversificar os looks.

“É preciso uma carteira para a noite, um sapato mais alto para eventos sociais corporativos, que é quando a discrição impera. A maneira como nos comportamos é primordial”, diz.

Preocupação real

Segundo Maria Inês, a atenção redobrada com a imagem pessoal no ambiente de trabalho não é uma alternativa e sim uma imposição do mundo corporativo.

“Hoje, além de observar a competência, a eficiência e o currículo, a empresa também quer alguém que tenha uma postura correta. Muitas pessoas viajam representando sua empresa, então é preciso saber se comportar em todos os ambientes”, delineia.

Isto não implica abrir mão totalmente do estilo pessoal de cada um. Na condição de consultora, Maria Inês leva em consideração o tipo físico da pessoa, a personalidade, o estilo, o ambiente frequentado por ela e a rigidez do seu emprego. Mas faz questão de dar um conselho para as mais moderninhas. “É melhor deixar as coisas mais extravagantes para usar com os amigos em festas particulares”.

As consultorias da expert são feitas pessoalmente (com acompanhamento a lojas) ou por e-mail (miborgesdasilveira@gmail.com).

Para quem possa estar imaginando que algumas das opções dadas por Maria Inês não combinam com a quentura do clima amazonense, ela já se adianta. “Normalmente, a roupa para o calor é mais folgada. São vestidos mais leves, sapatos mais abertos. A pessoa, porém, deve lembrar que no mundo corporativo estas roupas podem não combinar com o tipo de trabalho que ela faz”, defende. Ademais, qual ambiente corporativo não é climatizado? Maria Inês convida a deixar as desculpas de lado e buscar viver com elegância - e ela reforça: não é difícil.


Crônicas e etiquetas

Maria Inês Borges da Silveira também é autora do livro “Viver com Elegância: Não é Difícil”. A obra traz crônicas, distribuídas em nove capítulos, com histórias vividas pela autora e dicas preciosas de etiqueta para diferentes ocasiões no dia a dia.

Sem gastar muito

Adepta do high-low (mistura de peças de grife com itens de fast fashion ou de preços mais populares), Maria Inês faz questão de dizer que o mais importante é ter bom gosto. Segundo a consultora, a moda brasileira hoje nos traz ótimas opções. “Nossa confecção é super valorizada no exterior”, diz.

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