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rejeição de artistas

Família de Pavarotti pede que Trump pare de usar ária de estrela da ópera em campanha

Parentes do músico já falecido se juntam Rolling Stones, Adele e R.E.M., além de outros artistas, que já fizeram o mesmo pedido pelo uso de suas músicas. A família de Pavarotti disse que se vivo estivesse o cantor não aprovaria o uso pela campanha do candidato de sua gravação da ária de Giacomo Puccini 'Nessun Dorma' 21/07/2016 às 18:32
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Steve Schererroma - Reuters Roma, Itália

A família de Luciano Pavarotti afirmou que o falecido cantor italiano de óperas não aprovaria o uso pela campanha do candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump, de sua gravação da ária de Giacomo Puccini "Nessun Dorma".

Depois de Rolling Stones, Adele e R.E.M., além de outros artistas, pedirem a Trump que passe de usar suas músicas na campanha, a família de Pavarotti na Itália fez o mesmo pedido, segundo comunicado.

"Como membros de sua família imediata, queremos lembrar que os valores de fraternidade e solidariedade, que Luciano Pavarotti expressou ao longo de sua carreira artística, são inteiramente incompatíveis com a visão de mundo oferecida pelo candidato Donald Trump", afirma o comunicado.

A "Nessun Dorma" tem sido frequentemente tocada em comícios de campanha de Trump.

A performance de Pavarotti na "Nessun Dorma" fez dela a ária de assinatura do tenor, ajudando-o a tornar-se o mais popular cantor de óperas de todos os tempos. Pavarotti morreu por causa de um câncer no pâncreas em 2007, aos 71 anos.

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