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Família do Natal 2015: dezembro é um mês festivo na residência de Euler e Ednéa Ribeiro

Com capricho na decoração e na ceia, família celebra as tradições do Natal ao lado dos filhos, netos e amigos 18/12/2015 às 15:13
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Da esq. para a dir.: Euler Filho, Juliana Ribeiro e Euler Neto; Euler Ribeiro, João Victor, Lucca e Ednéa Ribeiro; Giullia, Gabriel, Marco e Gizella Bolognese
ROSIEL MENDONÇA Manaus (AM)

O espírito natalino começa a grassar pela residência de Euler e Ednéa Ribeiro no início de dezembro, quando os médicos inauguram a decoração que invade praticamente todos os espaços da casa, do jardim às cúpulas do lustre da sala de jantar. O evento, com ares de aquecimento para as festas de fim de ano, reúne toda a família e faz a alegria, em especial, do neto caçula do casal, Euler Neto.

“Não abrimos mão de passarmos esses momentos juntos”, conta Ednéa. “Quando o pai do Euler era vivo, todo ano passávamos o Natal na casa dos pais dele, então meus filhos foram criados assim e eu também. Meu pai dava presente para todas as crianças da comunidade nessa época”.

Hoje, a praxe é que a família se reúna no dia 24 na casa de Euler e Ednéa, incluindo a mãe do médico, que tem 94 anos. “Em primeiro lugar, gostamos de receber, e parece que o Natal deixa as pessoas mais sensíveis e amorosas, com desejo forte de paz, saúde e prosperidade”, completa Ednéa.

O calendário festivo inclui ainda um amigo oculto para amigos e familiares realizado tradicionalmente no dia 23 de dezembro na casa de Gizella Bolognese, a filha mais nova do casal – eles também são pais do Dr. Euler Ribeiro Filho. Antes disso, porém, eles comemoram o aniversário de Gizella, no dia 14. “Eu adoro dezembro porque é um mês muito festivo aqui em casa. A mamãe tem muito cuidado em fazer mesas bonitas e de bom gosto para essas ocasiões”, confessa a primogênita.

“E no dia 24 tem presentinho aqui para todo mundo”, emenda o Dr. Euler. As ceias de Natal também levam sempre um toque do médico, reconhecido tanto pela competência profissional quanto pela desenvoltura com a culinária. “Gosto sempre de fazer um porquinho inteiro assado. Tempero com três ou quatro dias de antecedência e recheio com frutas secas e farofa. Mas o que não pode faltar no Natal é a rabanada porque minha família é de portugueses. Inclusive, já passei fim de ano em Portugal e é maravilhoso”, conta.

Tradições

Também é o Dr. Euler quem lembra dos Natais que passou na fazenda do pai de Ednéa, em Parintins, antes mesmo de os dois começarem a namorar. “O pai dela era um grande comerciante e, no dia de Natal, ele matava dois bois para comemorar com os amigos e caboclos que trabalhavam com ele”.

“Meu pai era tabelião de Parintins e compadre do meu sogro, então eu sempre participava do Natal deles. Eu estudava num seminário de Santarém, e numa das minhas idas para a fazenda Remanso, quando eu tinha 16 anos, larguei do seminário para namorar a Ednéa”, acrescenta.

A médica, por sua vez, destaca o sentimento universal que une os cristãos na celebração do nascimento de Jesus. “É o momento de fazer uma análise de si mesmo e questionar por que esse espírito natalino, de troca de carinho, não existe o ano todo. Não vamos mudar o mundo como um todo, mas temos que fazer a nossa parte”.

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