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CULTURA

Festival Mova-se começa nesta quinta-feira (13) com ampla programação

O festival terá apresentações no Teatro Amazonas, Les Artistes Café Teatro, Largo de São Sebastião e Casarão de Ideias, de 13 a 16 de setembro e com entrada franca 11/09/2018 às 17:39 - Atualizado em 12/09/2018 às 08:22
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Foto: Divulgação
acritica.com Manaus (AM)

O maior evento de dança do Norte do País, O Mova-se: Solos, Duos e Trios 2018 começa nesta quinta-feira (13), com uma ampla programação. O festival, idealizado pelo Centro Cultural Casarão de Ideias (rua Barroso, 279, Centro), terá apresentações no Teatro Amazonas, Teatro Café Les Artistes, Largo de São Sebastião e no próprio Casarão, no período de 13 a 16 de setembro e com entrada franca.

Oito espetáculos foram selecionados de várias cidades do Brasil e serão apresentadas durante a realização do Festival. Abrindo a programação, na quinta-feira (13), no Les Artistes, a partir das 18h30, a Mostra Universitária apresenta o espetáculo “Eczema” (AM). A montagem traz técnicas em dança-teatro e movimentos de dança moderna, e pretende permear sobre a lógica de espaços abertos para sua fundamentação estética, trazendo em cena reflexões sobre o descobrimento da doença até o momento de entendimento que a vida precisa seguir seu percurso.

Em seguida, a montagem “Meio Céu” (AM), de Reysson Brandão, que propõe uma reflexão filosófica a respeito da missão, vocação e realização de indivíduos, lidando ainda com objetivos e aspirações.

Às 19h30, na categoria espetáculo, o grupo mineiro Duna Dias Viana apresenta “Queda da Própria Altura”, dirigido por Leonardo Augusto e Heloisa Rodrigues. Nele, a proposta é fazer um questionamento sobre cultura popular brasileira em uma visão contemporânea.

A última apresentação da noite de abertura será “Enchente” (PE), às 21 horas. O trabalho propõe a realização de um estudo transdisciplinar que articula o conto “A Enchente” de Hermilo Borba Filho, a performance e o vídeo. A proposta compartilha alguns procedimentos deste fazer e o desenvolvimento do processo criativo. A Enchente é a metáfora para as catástrofes humanas atuais: migratórias e econômicas, a globalização da indiferença e o fracasso do mundo capitalista desenvolvido.

Já no sábado (14), às 17h, as atividades se intensificam e é a vez da paranaense Patrícia Machado mostrar ‘Visita Guiada’, uma intervenção urbana que tem como proposta questionar a espetacularização das obras de arte, em especial do corpo do artista.

Às 20h, na sala de espetáculos do Casarão de Ideias, o Coletivo Independente Dependente de Artistas (Cida) apresenta a montagem “Maré”, que foi concebido pelos artistas potiguar René Loui e Rozeane Oliveira. Enquanto no Largo de São Sebastião, a performance “Da Silva”, executado pelo grupo amazonense Ateliê 23, que mostra para o público a dança-teatro e suas referências à família brasileira.

Encerrando a noite no Largo, às 21h30, o grupo Arte Coletivo Anarkos, faz sua apresentação do espetáculo “Anarkomystica”. A meia noite em ponto a tradicional sessão tarja preta será exibida no palco do Casarão de Ideias, com a performance “Dogmado”, da Cia paulista Com-Tato.

No domingo (16), no Teatro Amazonas, às 16h, destaque para a montagem carioca “A Fiandeira”, espetáculo solo de dança-teatro com a bailarina Isa Kokay, que aborda as armadilhas que criamos durante a vida e nas quais muitas vezes não conseguimos escapar.

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