Sexta-feira, 26 de Abril de 2019
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Fim de ano: conheça algumas famílias que amam passar a virada do ano em Manaus

Embora tenham condições de passar o réveillon em qualquer parte do mundo, alguns manauaras não abrem mão de celebrar a data na cidade onde moram



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Carmen Nasser faz uma super preparação para comemorar o Réveillon
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16/12/2013 às 10:56

O final de ano está chegando e muitas pessoas da capital amazonense viajam para outras cidades do País e do exterior para comemorar a virada do ano. Mas há personalidades da sociedade amazonense que, apesar de terem condições de comemorar o Réveillon em qualquer parte do mundo, não abrem mão de passar em Manaus. Este é o caso da empresária e médica Carmen Nasser, que prefere ficar juntinho de sua família.

“Temos pessoas idosas na família que não podem viajar e o Réveillon é um momento de alegria. Todos os anos que passamos viajando, nós sentimos falta de Manaus, do calor humano. Já fomos para todos os cantos, mas em família é algo mais especial”, declarou a empresária, que sempre faz a pré-elaboração da festa de final de ano, em parceria com seus familiares, em reuniões que acontecem sempre aos domingos.

“A cor deste ano será vermelho e laranja. Estamos fazendo tudo nessas cores. A gente vê a cor que irá reger o ano e pedimos para todos virem vestidos assim. Reunimos umas 40 pessoas na casa da minha tia, Genoveva Carvalho, que é a matriarca da família. Às vezes convidamos também os vizinhos”, disse Carmen. “Fazemos todas aquelas superstições, brincadeiras, como da sopa de lentilha, dos fogos de artifícios, das uvas, do romã e de pular com o pé direito. O Réveillon é um sonho, uma esperança”, complementou. A decoração da festa leva a assinatura e o requinte de Dodora Cavalcante, proprietária da Bandeirão Eventos.

Brilhante
A ceia e adereços do Réveillon de Aurea Bezerra, designer e empresária, são sempre na cor e tons amarelos. Além disso, em sua ceia, não faltam pratos “gordos” e fartos. “Todas as carnes são gordas, leitão não pode faltar, é costume de família. Há também pratos na cor amarela, bastante milho, frutas... Temos uma tradição que é a salada de 9 grãos, fazemos há muitos anos, é uma superstição”. O número 9 é uma tradição na família da designer, pois os aniversários de sua prole são nos dias 9, 19 e 29. “Se inauguramos ou compramos algo, se faz de tudo para ser num desses dias”.

O local dos festejos dos Bezerra é na Casa Verde (Ponta Negra). “Chamamos assim porque a casa é verde. Nela, nós acomodamos a família, parentes, amigos e funcionários para a festa”. O grande evento vai até o amanhecer, com direito ao café da manhã e um bom caldo verde para continuar celebrando o primeiro dia do ano. No entanto, antes de toda a agitação e celebração, Aurea revelou que todos vão à igreja.

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“Fazemos nossas orações de agradecimento pelo ano que está terminando e por tudo de bom que aconteceu. Depois, nós pedimos, ao grande e louvado Deus, vida com saúde, discernimento e sabedoria, de forma que tenhamos em mente a união e a submissão a ele”.

Renovação
Para o cirurgião plástico Roberto Vieira e sua família, este final de ano será especial, pois ele e seus irmãos se tornaram pais em 2013. A família, que é pequena, ganhou novas alegrias com a criançada. “O Réveillon é uma renovação. Com a entrada do ano, nós agradecemos mais do que pedimos. Agradecemos pela saúde de todos, graças a Deus nós temos todos os membros da família vivos. Nesse ano, também teve o nascimento de três crianças, que são a prioridade da gente. Vamos jantar cedo, porque eles dormem muito e ficam cansados”. O encontro da família acontece na residência dos pais de Vieira, que fica localizada no conjunto Vieiralves.

Simpatia
O empresário André Athayde costuma passar a virada do ano ou na casa de algum familiar ou num barco vendo a queima de fogos, em meio ao Rio Negro. “O Réveillon é uma oportunidade de novos começos, de melhorar aquilo que você não conseguiu durante o ano, fazer novas realizações”. De simpatia, ele revelou que sua família faz diversas, mas que a da uva é a superstição que não pode faltar. “Colocamos a semente da uva na carteira e só a renovamos no ano seguinte”.

Todos os entrevistados frisaram que o importante desta data é a união e contato com Deus.

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