Terça-feira, 21 de Maio de 2019
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Greve dos bancários no Amazonas tem adesão de 50% da categoria

Segundo dados do Sindicato dos Bancários do Amazonas, metade dos trabalhadores da rede de bancos do Estado aderiram a greve iniciada nesta terça-feira (18), com apoio imediato dos funcionários da Caixa Econômica Federal (CEF), Banco do Brasil (BB) e Banco da Amazônia (Basa)



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Agência da Caixa na rua Henrique Martins, no Centro de Manaus
18/09/2012 às 17:24

Cinquenta por centro dos bancários no Estado do Amazonas paralisaram as atividades no primeiro dia de greve da categoria deflagrada na manhã desta terça-feira (18) em todo o País, por tempo indeterminado. A informação é do presidente do Sindicato dos Bancários do Amazonas (Seeb-AM), Nindberg Barbosa dos Santos.

Segundo o presidente, neste primeiro dia de greve algumas  agências continuaram funcionando. Foi o caso das agências do Banco Santander, localizada na Avenida Sete de Setembro e duas do banco Itaú, na Avenida Eduardo Ribeiro e Floriano Peixoto, no Centro de Manaus.

De acordo com ele, as agências da Djalma Batista, do Banco do Brasil e Itaú, funcionaram normalmente. Entretanto, ele explica que essa reação é normal no início do movimento, mas tende a mudar no decorrer da greve. “Amanhã vamos vê se eles fazem adesão”, disse Nindberg.

O presidente do Sindicato dos Bancários disse ainda que os 50% de apoio ao movimento contou com todas as 17 agências da Caixa Econômica Federal (CEF), três do Banco da Amazônia (Basa) e as do Banco do Brasil, das ruas Guilherme Moreira, 24 de Maio e rua Floriano Peixoto.

Atendimento ao público

A direção do Sindicato dos Bancários aconselhou a população a seguir as opções indicadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para resolver problemas com pagamentos e recebimentos de contas e demais serviços bancários, por meio do sistemas de  internet, caixas eletrônicos, loterias, dentre outros. “Isso por sinal é com eles, eles é que podem dizer como receber ou pagar” disse ao esclarecer que os bancários entraram em greve por “melhores condições de trabalho e qualidade de serviços oferecidos à população”, alertou.

Reivindicações

A categoria que tem data-base em 1º de setembro vem negociando desde agosto. A principal exigência dos bancários é o reajuste salarial de 10,25%; um percentual calculado em cima da inflação do ano passado, e mais 5% de aumento real. Durante as recentes negociações, os banqueiros ofereceram 6% da inflação, o que causou desconforto geral e impulsionou o movimento paredista.

Os trabalhadores reivindicam também plano de cargos, carreira e salários, maior participação nos lucros e resultados (PLR) e mais segurança nas agências.

Serviços à população

Desde segunda-feira (17), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) expõe em seu portal (WWW.febraban.org.b) os canais para a população realizar operações bancárias.

 


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