Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
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Vida

Inscrições para Concultura: sociedade civil é a contemplada

A inscrição para os representantes que irão compor o Conselho Municipal de Política Cultural (Concultura) irá até o final deste  mês


17/04/2013 às 13:49

Estão abertas as inscrições para a composição dos representantes da sociedade civil que irão fazer parte do Conselho Municipal de Política Cultural (Concultura). A votação (individual) será feita no Fórum de Convocação para a Eleição, a ser realizado de 13 a 16 de maio no Auditório Eurípedes Lins, do Sebrae/AM.

Os interessados em participar devem se inscrever até o dia 30 deste mês, das 8h ao meio-dia e das 14h às 17h, no estande da Prefeitura de Manaus, localizado no hall do Sesc Centro (rua Henrique Martins, 427), onde estará disponível a ficha de inscrição, que também pode ser impressa por meio do site www.concultura.manaus.am.gov.br.

Ao todo, 16 vagas (oito titulares e oito suplentes) serão preenchidas, sendo compostas pelos seguimentos culturais: teatro, dança, música, artes visuais, literatura, cinema e vídeo, cultura étnica e projetos especiais.

É importante ter atenção, na hora de preencher a ficha, ao item que especifica se, além de eleitor, o interessado é também candidato. Os interessados em se candidatar ou eleger os representantes das respectivas cadeiras culturais deverão apresentar, no ato da inscrição, os seguintes documentos: a ficha de inscrição, RG (original e cópia), cópia do comprovante de residência e documentos que comprovem a sua atuação na área escolhida por ao menos três anos.

Modificações

“Agora a votação é individual, não é mais corporativa. A Constituição veda isso. Fomos alertados pela procuradoria jurídica e achamos pertinente. Ninguém é proibido de pertencer a corporação, mas também a corporação não representa todo mundo daquele seguimento.  Se o seguimento não tem gente rebelde, não se pode chamar de seguimento artístico”, disse Márcio Souza, presidente do Concultura, durante a reunião de abertura das inscrições, realizada ontem,  na sede da Fundação Municipal de Cultura e Artes (Manauscult), que também contou com a presença de Celdo Braga, vice-presidente do Concultura.

“Vamos tentar fazer o conselho funcionar como é o seu objetivo, que é trabalhar com políticas culturais com formação. Ele não é concorrente da Manauscult, não produz peças, não edita livros, embora ele tenha o Prêmio Literário Cidade de Manaus. O prêmio continuará nacional, mas devíamos ampliá-lo para ser internacional. Editar os livros (faz parte da premiação) por uma editora que tenha distribuição. Hoje em dia temos caixas de livros. O Estado é o maior assassino de livros. Temos que tirá-los daqui como o Sesc faz com os seus prêmios literários”, declarou  o presidente, que também é escritor, dramaturgo e diretor do Teatro Experimental do Sesc (Tesc).

Nível da economia da cultura

Márcio Souza, presidente do Concultura, revelou que irá propor ao conselho que seja feito um convênio com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Amazonas (Fecomércio) para saber qual é o nível da economia da cultura em Manaus.

“A federação já tem a estrutura de pesquisa da situação do comércio de serviços. Cultura é serviço, o que eles precisam é muito pouco. Eles necessitam ter a ferramenta para agregar à estrutura de pesquisa deles. O conselho quando estiver plenamente quer saber dessa pesquisa”.

Guerreiros

Em relação à última gestão do Concultura, Souza fez somente elogios, afirmando que a entidade lutou bravamente.

“Agora, a partir da lei delegada, em que o prefeito (Artur Virgílio Neto) assinará a reforma administrativa, o conselho voltará a ser o que era na gestão do Serafim e do Alfredo Nascimento, funcionando plenamente. Na gestão do Amazonino Mendes (último prefeito), a Lívia Mendes (ex-presidente da ManausCult) esvaziou o conselho, inclusive tirou o poder do presidente, tirou a sede, incorporou os móveis do conselho. Eu não tenho carro, nada, nem chefe de gabinete. (...) Nunca foram ouvidos (antigos membros), ela nunca participou de nada, não dizia para onde iam os recursos do conselho. Apesar disso, eles fizeram, uma das poucas cidades, capitais, muito bem o diagnóstico, o Plano Municipal de Cultura”, disse.

A reportagem tentou entrar em contato com Lívia Mendes, por meio do número 84XX-70XX, mas não obteve sucesso.

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