Terça-feira, 16 de Julho de 2019
Vida

Luzes e muita arte no Centro Histórico de Manaus

Em setembro, inicia a segunda edição do projeto "Lugares que o dia não me deixa ver"



1.jpg Na primeira edição do "Lugares que o dia não me deixa ver", o Relógio Municipal foi iluminado
27/08/2013 às 08:13

Muitos prédios do centro histórico de Manaus estão abandonados, deteriorados, mesmo tendo extrema importância para a memória da cidade. O projeto “Lugares que o dia não me deixa ver” é uma ação da Cia de Ideias em parceria com o Ponto de Cultura Casarão de Ideias. Trata-se de uma atividade que tenta despertar o interesse local para o patrimônio histórico da cidade. As intervenções artísticas dessa segunda edição se localizarão em frente a prédios públicos de Manaus, durante todo o mês de setembro, sempre às 18h. A partir das 19h, um banho de luz perdurará até a meia-noite, iluminando o monumento escolhido.

Nesse segundo momento foram eleitos novos prédios, que, apesar de possuírem relevância histórica para Manaus, não recebem a devida atenção. As ruas e avenidas que irão participar da iniciativa são: rua Dez de Julho, Epaminondas, Ferreira Pena, Luiz Antony, as Avenidas Eduardo Ribeiro, Joaquim Nabuco e Sete de Setembro, além das praças Terreiro Aranha e Matriz. Os lugares são: Santa Casa de Misericórdia, lateral do Porto, Monumentos de Praças, Palacete Nery e outros locais que estão nas ruas citadas anteriormente.

Elementos

Serão 15 lugares que receberão as atividades artísticas e o banho de luz. A cada segunda-feira do mês de setembro, três lugares vão receber a intervenção no intuito de chamar a atenção da população e de seus gestores. O objetivo é buscar a preservação, o restauro e a revitalização desses ambientes.

“O projeto surgiu ano passado. O slogan deste ano é ‘Lugares que o dia não me deixa ver – Aqui existem histórias, memórias e afetos’. Não ver a importância desses espaços é se virar para a história de Manaus. Queremos agregar manifestações artísticas com companhias locais, com o seu fazer artístico”, disse João Fernandes, idealizador do projeto. Ao todo, 30 artistas estão envolvidos na ação – entre companhias de teatro, dança, circo e profissionais de performances.

Inspiração

Sobre os resultados da primeira edição, o coordenador informou que foram positivos e que de alguma forma inspiraram outras ações semelhantes.

“Conseguimos chegar a lugares que nem imaginávamos, como nas redes sociais, mídias... Então isso foi bacana, as pessoas postavam fotos nas redes sociais, em suas páginas, embora não soubessem que estávamos fazendo o projeto. O primeiro lugar que iluminamos foi o Relógio Municipal. Quando o prefeito atual assumiu, iluminou também o relógio. A prefeitura ter iluminado depois da gente significa que chegamos a algum lugar. Fomos também convidados para participar de um congresso de Design da Fucapi, que tratava sobre arquitetura e cidadania”.

Nesta quinta-feira (29) a história do “Lugares que o dia não me deixa ver”  estará disponível no site  do projeto Imagina na Copa, que divulga pessoas e ações que transformam o País para melhor.

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