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Maior festival musical do mundo inicia nesta sexta-feira (13)

As expectativas fervilham no País inteiro e na capital amazonense não é diferente: grupos começam a acertar os últimos detalhes rumo à cidade maravilhosa ansiando ver de perto seus ídolos 12/09/2013 às 10:52
Show 1
Ícones Beyoncé e Bonjovi se apresentam no palco mundo
loyana camelo ---

A partir dessa sexta-feira (13), gigantes da música nacional e internacional estarão chegando no Rio de Janeiro para dar início ao maior festival musical do mundo. As expectativas fervilham no País inteiro e na capital amazonense não é diferente: grupos começam a acertar os últimos detalhes rumo à cidade maravilhosa ansiando ver de perto seus ídolos nesta, que é a quinta edição do Rock in Rio no Brasil. Mesmo com algumas contradições dentro da ideia original, o evento permanece altamente cobiçado, movimentando o País de norte a sul num agitado ritmo que lhe é particular.

O Rock in Rio 2013 se estende de 13 a 22 deste mês. Neste meio tempo, artistas como Beyoncé, Bon Jovi, Bruce Springsteen, Metallica, Iron Maiden e outros mais fazem apresentações na cidade do rock – como é chamada a megaestrutura montada na Barra da Tijuca para abrigar o festival. Já no primeiro dia de programação irá comparecer o designer amazonense Beto Coelho, 34. Ele assiste ainda as atrações dos dias 19, 20 e 22, numa jornada que pode ser extremamente cansativa, haja vista que não entram carros, ônibus ou vans até a porta da cidade do rock. Sim, é preciso fazer uma caminhada de pelo menos meia hora na ida e na volta, sem contar o tempo que se passa em pé nos momentos de show.

Mesmo assim, o designer acredita que é possível driblar o cansaço sem maiores problemas. “Talvez a adrenalina de poder estar presente em um festival desse tipo esconda um pouco o real cansaço do corpo. Mas descansar nos intervalos sentado na grama ou em algum local específico com uma boa garrafa d’água pode ser uma alternative”, opina.

Apesar de nunca ter assistido a um festival do porte do Rock in Rio, Coelho tem experiência em shows de artistas internacionais de grande relevância. A emoção de comparecer a um evento histórico, portanto, cria uma bem-vinda ansiedade.

“Com absoluta certeza vai ser tão divertido e emocionante quanto o show do Pearl Jam que assisti em Curitiba (PR), principalmente porque vou poder assistir Metallica e Alice in Chains, bandas que curti muito na minha adolescência”, afirma.

Na mesma expectativa, está a atriz Howardinne Queiroz, 21, que ao lado de um grupo de quase 12 pessoas irá embarcar para assistir as atrações do dia 20 de setembro. A data escolhida por Howardinne, na qual se apresentam Bon Jovi, Nickelback e Matchbox Twenty no palco mundo, foi a mais disputada dentre os interessados e foi a primeira a ter os ingressos esgotados.

“A ideia surgiu a partir de um convite da minha amiga Fabiana Maquiné, que foi com esse grupo no último Rock in Rio. Eles se organizaram, alugaram um apartamento em Copacabana e curtiram bastante o festival. Esse ano, mais pessoas se uniram ao grupo e o movimento cresceu. Alugamos dois apartamentos em Copacabana para todos poderem curtir”, conta. E para quem tem reservas em viajar em conjunto, Howardinne adianta que pode ser o momento perfeito para criar memórias inesquecíveis.

“É sempre bom viajar com amigos, principalmente com novos amigos. A maioria estou conhecendo agora e já vi que são ótimas pessoas e a partir dessa viagem sei que ficará uma grande amizade, e será uma aventura compartilhada por todos”, diz.

Pop in rio?

Não é de hoje que algumas atrações pops se apresentam no Rock in Rio. No amálgama de bandas renomadas do estilo que dá nome ao evento, estão sempre inclusas algumas que geram controversias entre os fãs. Nesta trajetória, pode-se relembrar a boy band new Kids on the Block, que fez show em 1991, e a extinta dupla brasileira Sandy & Junior na edição de 2001.

O designer Beto Coelho diz não ligar para as inserções “pops” no festival. “Rock in Rio, apesar do nome, tem o perfil de festival eclético. Isso não é de hoje. Não me importo nem um pouco se algumas atrações mais pops vão se apresentar”, comenta.

Howardinne Queiroz, por si, aposta na possibilidade de ampliar o leque musical de cada um. “O festival é um somador. Ali é possível ver uma grande mesclagem de sons, artistas... Sem dúvida uma ótima oportunidade de conhecer coisas novas”. Ela completa enfatizando a sorte de poder participar de um festival desta magnitude.“É uma experiência para contar para os seus netos, poder dizer: ‘Tá vendo esse Rock in Rio de 2013? Pois é, eu estava lá!’”.

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