Quarta-feira, 26 de Junho de 2019
Vida

Mamães online: elas estão antenadas e mais tranquilas

Usando o popular aplicativo WhatsApp, elas compartilham as dores, dúvidas, alegrias e fofuras da maternidade



1.jpg A “rede” é formada, hoje, por quinze mulheres, algumas integrantes são: (da direita para a esquerda) Amanda Mota, Flávia Ximenes, Grace Soares, Nany Andrelino, Danielle Barbara e seus babys
01/12/2013 às 12:41

A tecnologia está a favor das mães. Ao mesmo tempo em que a maternidade proporciona doces descobertas, também aflige as mulheres com problemas corriqueiros. É nessa hora que elas pegam o smartphone, conectam-se ao aplicativo Whatsapp e se encontram para compartilhar experiências e dicas.

Mãe da Sofia, de 5 anos, e do Alexsander, de 3 meses, a professora universitária Grace Soares criou um grupo “Rede social das mamães” só para amigas que têm um bebê para cuidar.

“Sou mãe de segunda viagem, mas isso não significa muita coisa, porque os bebês são diferentes. Por exemplo, Sofia se adaptou a chupeta e era assim que eu conseguia fazê-la dormir. Já o Alexsander não, eu tive que descobrir outro jeito. Comecei perguntando pelo Facebook essas e outras dúvidas, marcava as amigas e elas faziam vários comentários. Depois, pensei que podia ser algo mais particular e mais fácil quanto à mobilidade. Por isso, criei essa rede pelo celular para ajudarmos umas as outras”, diz Grace.

Atualmente, a rede tem 15 mulheres e a grande descoberta, segundo elas, foi saber que existem mais pessoas no mundo das mães. “Nunca estou sozinha”, garante Danielle Bárbara. A mãe, também de segunda viagem, diz que a rede a permite administrar seus sentimentos. “Dividimos todo tipo de informação desde as pomadas que usamos até os pediatras que escolhemos. Sinto-me totalmente tranquila em desabafar quanto a uma noite ruim, quando estou cansada ou coisa do gênero”.

Novo recurso

“Antes, a gente tinha uma dúvida e esperava até a nova consulta com o pediatra. Agora, posso recorrer e perguntar às meninas”, afirma Daniella Bringel, publicitária e mãe de primeira viagem de Benício, de 2 meses de idade e o caçula do grupo, por enquanto.

Para a assessora de Comunicação Amanda Mota, mãe da Letícia, de 2 anos, e Laura, de 4 meses, a rede é uma fonte de compartilhamento de emoções e consolo em momentos difíceis. “Temos dúvidas diversas e que nos deixam inseguras por uma única razão: queremos o melhor para nossos filhos. E na rede, trocamos ideias, ouvimos experiências que nos ajudam no nosso dia a dia. Fica mais fácil tomar decisões com segurança”.

O futuro da rede

Grace afirma que a rede está prestando um serviço às mães. “Ficamos muito mais tranquilas de saber a opinião de alguém de carne e osso, e não de um livro ou um site, que aquele problema vai passar, porque a pessoa que está ali conversando com você já teve uma experiência semelhante”. Ela acredita que, futuramente, novas usuárias chegarão e darão continuidade a “Rede social das mamães”.

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