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Moacyr Franco se apresentou no último sábado em Manaus com casa lotada

Noite nostálgica no Teatro Direcional com Moacyr Franco diverte e emociona 19/08/2013 às 09:06
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Moacyr mostrou-se animado durante todo o show, marcado pela interação com a plateia
Gabriel Machado ---

Na semana passada, foi informada ao público a criação de um lote de ingressos extra para o espetáculo “Moacyr Franco Show”. E, na noite do último sábado, ficou evidente o porquê da decisão: o artista, sozinho, conseguiu lotar por completo dois ambientes do Teatro Direcional (Manauara Shopping, piso Buriti). A apresentação, que celebrava os 53 anos de carreira do multifacetado Moacyr, foi uma mescla dos seus maiores sucessos na música com afiadas tiradas de humor.

“Nem lá, nem cá”, brincou o artista, ao posicionar-se bem ao centro do palco que separava os dois espaços no anfiteatro. Depois, começou o “revival” com clássicos como “Incêndio no canavial”, “Eu nunca mais vou te esquecer”, “Cartas na mesa”, “Pequeno mundo” e “Se eu não puder te esquecer”. A plateia, ávida, acompanhou o cantor em todas as canções.

“Vamos mostrar para vocês, agora, como era uma balada no tempo da vovó”, disse Moacyr, arrancando risos do público e continuando o show com “O amor por nós dois”, “Distante dos olhos”, “Se vira nos 50”, “Questão de tempo”, “Esse meu coração sem juízo”, “Ele está aqui”, “Milagre da flecha” e um medley com as marchinhas “Me dá um dinheiro aí”, “Cachaça” e “Mamãe eu quero”.

Para o terceiro arco de “Moacyr Franco Show”, o artista convidou cinco senhores ao palco e lançou um desafio: que imitassem a personagem Jeca Gay, imortalizada por ele no humorístico “A praça é nossa”. Em seguida, avançou a apresentação com “Balada nº 7” – dedicada à Seleção Brasileira de Futebol de Mané Garrincha –, “Querida”, “Pedágio”, “Eu amo tanto tanto”, “Suave é a noite”, “As coisas que eu gosto”, “Seu amor ainda é tudo” e “Ainda ontem chorei de saudade”, encerrando a nostálgica noite.

“São mais de 50 anos de carreira, então é muita coisa para se colocar em uma apresentação. Tenho que respeitar o público que vem no show e que quer escutar a si mesmo, quer ver o seu passado. Então você tem que ser fiel aos arranjos e, também, não pode estender muito as músicas. São 42 discos de ouro, não há quem aguente (risos)”, comentou Moacyr, referindo-se ao processo de criação do espetáculo. “A gente ainda brinca, faz coisas da atualidade e de emoção, trazendo, se possível, alguma mensagem para mudar o mundo, enquanto existe um”, completou.

SÉTIMA ARTE

Em 2011, Moacyr Franco desfrutou de sua segunda experiência nos cinemas, com o longa “O palhaço”. Na trama, dirigida, coescrita e estrelada por Selton Mello, o músico deu vida, por apenas três minutos, ao delegado Justo – responsável por uma das sequências mais impagáveis do filme. A participação, mesmo que breve, foi o suficiente para o artista conquistar o público, a crítica e, de quebra, levar para casa o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival Paulínia de Cinema.

Com o sucesso, Moacyr já agendou mais três projetos na grande tela: “Aprendiz de samurai”, com Caio Castro e Thiago Martins; “Vitrola”, produção da Pródigo para a TV Cultura; e outro com título ainda indefinido, a ser comandado, novamente, por Selton Mello. “Não sei nem o que é. Fechei os olhos e vou, né, claro (risos)”, sorriu o músico. Além dos longas, ele participará, também, do seriado “Agora vai”, da Sony e com direção de João Daniel Tikhomiroff.

Saiba Mais

Durante a performance de “Suave é a noite” , o anfitrião da noite convocou todos os casais da plateia para dançarem no palco. E o público não desapontou, lotando o espaço ao lado de Moacyr. Ao final, o músico ainda convidou uma senhora que, bastante emocionada, teve a oportunidade de cantar e dançar junto ao ídolo.

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