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Cachorros de madame

O charme e os mimos dos cães da High Society

Eles adoram viajar e são tratados por suas donas com todo o carinho e produtos importados 23/01/2013 às 07:54
Show 1
A empresária Jaqueline Chagas, com o maltês Kack, que além de nome tem porte e educação de lorde inglês
Felipe de Paula Manaus

Há tempos que a expressão “vida de cão” tem perdido sua força semântica. Sim, porque há alguns seres privilegiados dessa espécie que não têm absolutamente nada para se queixar do tratamento recebido por seus criadores. Mas, se nas crianças o mimo excessivo pode ser prejudicial, no cão, ele é essencial para tornar o animal  mais sociável e educado.

É o caso de Jack, maltês de cinco anos da empresária Jaqueline Chagas, cujo nome completo  no Pedrigree é Jack of Golden Sun (veja só!). Segundo Jaqueline, o cão, recebido como presente por uma amiga, tem DNA de campeão e porte de príncipe inglês. “Ele é muito comportado, extremamente obediente”, diz ela. “Até o veterinário dele brincou dizendo que ele parece até que foi educado em Oxford”, conta, aos risos, a “mamãe” orgulhosa, que agora procura uma companheira para seu “filho” pródigo: é que, aos cinco anos, o pequeno Jack ainda não arranjou uma “namorada”. “Quero preservar a linhagem dele”, diz Jaqueline.

“Quero colo”

Mimada mesmo, mas no bom sentido, é claro, é a Llsa Apso, Dominique, de cinco anos. Desde que a cadela fugiu de casa há alguns meses, atravessou a avenida Umberto Calderaro Filho às cinco horas da tarde e passou cinco dias longe de sua “mãe” Trícia Tadros, ela não quer saber de outra coisa além do conforto do lar. “Depois desse incidente, ela tem ficado mais recluso, mais discreto”, brinca a dona.

Mas o curioso é que Dominique, que sempre gostou de viajar, pode até se espantar com a ferocidade do trânsito manauara, mas quando se vê livres nas tantas áreas próprias para o passeio canino na cidade do Rio de Janeiro, não sente um resquício do medo que antes assombrava seus pensamentos incolores. “No Rio de Janeiro ela parece ficar bem mais à vontade”, diz ela, que, além de tudo, ainda tem que levar Dominique no colo durante as viagens. “Eu a levava comigo durante as viagens. Como ela começava a chorar (dentro da caixinha apropriada para o transporte de animais pequenos), eu a pegava no colo”. O que mais ela pode querer?

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