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O nascimento como engrenagem do ano que se inicia

Três famílias que ganharam novos membros há pouco tempo compartilham o impacto do novo e da transformação em suas vidas. Pais revelam expectativas para seus pequenos 26/12/2015 às 18:06
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O casal Suellen e Marcos Pacheco anseia que, em meio à tanta tecnologia, a filha Maitê possa viver as delícias de ser criança como nos tempos passados
LAYNNA FEITOZA Manaus (AM)

Daqui a quatro dias, nasce 2016. Nosso maior costume, nesta época do ano, é celebrar o nascer de um novo período, de novas expectativas e pedir para que só coisas boas pousem sobre nós.

Como o novo se instaura, todos só aguardam a chegada da esperança, principalmente aquela que pulsa nos olhos dos bebês pequenos, como prenúncio de amor e felicidade para seus pais. Por isso, o VIDA & ESTILO selecionou três famílias que ganharam novos membros há pouco tempo para compartilhar o impacto do novo e da transformação em suas vidas – e que precisa começar em nós também, neste novo ano.

Reviver valores

Com a maior alegria da vida dos empresários Suellen e Marcos Pacheco, que chegou no dia 12 de dezembro de 2014, é lógico que o Natal deles não poderia ter tido presente melhor: a pequena Maitê, que hoje está com um ano. Em meio às festas natalinas e de virada de ano, nasceram definitivamente duas novas pessoas. “Qualquer outra alegria, qualquer conquista, por maior que seja, fica pequeno se comparado a alegria de ter este novo ser, que é parte de você, seu coração pulsando fora do peito”, coloca Suellen.

Para 2016, a empresária espera que o mundo brote mais amor ao próximo, irmandade, solidariedade e saúde. Os pequenos prazeres, para ela, não devem ser esquecidos. “E espero para a minha filha que, em meio a tanta tecnologia, informação e modernidade, ela não perca a inocência da infância. Que ela brinque descalça, corra na rua, brinque na areia, reúna com as amigas, pule corda, amarelinha, faça refresco para vender na barraquinha na frente de casa para alguma causa que queira... que seja criança e feliz!”, pontua. 

O mundo hoje assusta Suellen e Marcos como pais, e não só por causa da violência, mas também por consequência dos contravalores que entram em casa pela TV, Internet e revistas. “Contudo, não adianta a gente querer ‘isolar’ os nossos filhos do mundo, colocando-os numa redoma, isso seria utopia. Aqui em casa defendemos o ponto de vista que a educação da nossa filha deve ter como base a conquista dos filhos pelos pais, o exemplo e valores da fé”, pondera.

Acreditar sempre

Já Helena, de quatro meses, chegou aos braços dos pais Joyce e Guilherme Souza já neste ano. Eles também são pais de Luiz Guilherme, 4 anos. “Sabemos que nossas crianças são o futuro da nossa nação, então hoje estou educando meus filhos para que eles façam a diferença por onde passem. Ensino meus filhos que acima de tudo devem ser tementes a Deus. Sejam pessoas íntegras, saibam perdoar, doar, que sejam esforçados, respeitem as pessoas e que se dediquem a fazer o bem ao próximo”, ressalta ela.

O combustível de Joyce no futuro é ver o poder da nova geração que surge: para ela, ao mesmo tempo em que existem pessoas ruins, uma safra de pessoas bondosas se impõe. “Pessoas boas, honestas, que amam os animais, que se interessam mais por nossas florestas e que se revoltam com a prática do mal. E neles está a esperança de um mundo melhor e mais feliz”, acentua. “Espero um mundo muito melhor para meus filhos com mais amor, sem violência, com compreensão, pessoas com mais Deus no coração”, complementa.

Fortalecimento

A chegada da pequena Maria Luíza há menos de um mês inspirou força aos pais, a dentista Larissa Salzer e o publicitário Erick Salzer. Eles anseiam que ela tenha a força necessária para não deixar que o mundo a afaste de seus valores e os valores da família. “Que ela possa fazer a diferença... e que o mundo e a sociedade aprenda mais com as crianças que são puras, cheias de esperança, simples e que podem mudam as vidas daqueles que as abraçam com amor, como a Malu fez com a gente”, afirma. 

O que mais incomoda a dentista no mundo hoje é ver que em algumas esferas da sociedade as pessoas valorizam o dinheiro acima de tudo. “Onde enganar é ser ‘inteligente’, tirar vantagem é ‘ser esperto’, e etc. Isso me incomoda, pois o dinheiro não fortalece famílias, não faz bons pais e muito menos bons filhos. Vou ensinar a minha filha a valorizar acima de tudo a família e o amor. Por ser católica, a fé também será algo que minha filha viverá no seu dia a dia e espero que ela leve esses ensinamentos para toda a vida”, completa Salzer.

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