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Onde levar as crianças em São Paulo

O Catavento Cultural é rico em obejtos e ambientes de aprendizagem interativos e informais, que despertam para a ciência 30/03/2013 às 17:27
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Foto externa do belo prédio que já foi o Palácio das indústrias
acritica.com Manaus (AM)

Ao se aproximar do Catavento Cultural, um complexo de 8.000 metros quadrados aberto  em uma zona que continua a ser revitalizada, próximo ao Mercadão da capital paulista, no Brás, a impressão que se tem é a de estar chegando ao Castelo Rá-Tim-Bum, da série infantil da TV. A ideia é essa mesmo, pois ali está um palacete que já sediou a Prefeitura de São Paulo, mas hoje é um destino indicado para crianças e adolescentes, com vários espaços que simulam desde experiências científicas a um passeio pelo corpo humano. Outros espaços do belo prédio incluem “viagem” ao espaço sideral; a Terra e sua biodiversidade; com fones de ouvido, é possível ouvir sons de pássaros em seu habitat na floresta.

O setor Engenho é onde a meninada se esbalda, participando de “experiências científicas”,  nas quais os elementos químicos são substituídos por confetes e água.

Passeio Divertido

Nesses primeiros espaços do palacete, a disposição de totens e experimentos lembram uma feira de ciências, de forma ampliada e bem acabada. Monitores – que são universitários de sua área específica d estudo, como Física, Biologia ou História – acompanham os grupos de estudantes, seguindo depois para outras seções com novos temas. O Catavento Cultural, que chega a receber até 2.500 alunos por dia, também oferece cursos em sua escola de artes, incluindo oferta nas áreas de Música, Teatro, Capoeira e Dança.



Para os adolescentes, uma das salas mas interessantes chama-se Jogos de Poder, que inclui uma grande “távola”, onde é possível ouvir trechos da História em fones de ouvido, e conferir o  Monte dos Sábios, uma escalada na parede em que é possível ter contato com nomes conhecidos da História, como Napoleão Bonaparte e Cristóvão Colombo.

O Auditório e o estúdio da TV Catavento, com pequeno palco, ensinam como são feitos e  gravados os programas, com auxílio de técnicos de verdade. Logo ali em frente repousa exuberante uma mesa assinada por Lina Bo Bardi, feita a partir de uma peça inteiriça de madeira de mais de 5 metros de comprimento.


Para os adultos ou mesmo para o momento daquela parada técnica, em meio à caminhada,  vale uma ida ao café instalado em uma das laterais do palacete. Ali, é possível degustar um  bom café acompanhado por coisinhas gostosas, olhando para um jardim interno valorizado pelo projeto arrojado que tornou o lugar superfuncional.

No retorno ao percurso, é obrigatório passar pela seção destinada a Darwin, abordando seus estudos sobre a evolução, e, claro, uma exposição dedicada à Amazônia. A Sala da Luz, onde é possível experimentar jogos de sombra e luz, agrada também aos adultos. A seção Universo reúne temas que agradam a crianças e adultos: os planetas, curiosidades sobre o espaço –  com vídeos originais da Nasa, a agência espacial norte-americana – e até um pedaço de meteorito, original, que é possível até tocar e, depois, sentir o cheiro de ferro nos dedos.

Ao final da visita, fica a constatação que a missão do Catavento vem sendo executada: implantar um espaço lúdico, social e cultural, rico em objetos e ambientes de aprendizagem interativos e informais, que despertam a curiosidade e o interesse pela ciência.  O lugar já recebeu mais de 1,5 milhão de visitantes desde sua abertura, há quatro anos.

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