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Personagem ‘Chaves’ festeja trinta anos de sucesso na TV brasileira

O BEM VIVER deste domingo conversou com alguns fãs amazonenses do protagonista e sua turma, que, mesmo com os desgastes do tempo, continuam arrancando risadas do grande público 11/10/2014 às 14:30
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Chaves chegou ao Brasil no dia 24 de agosto de 1984, no programa do Bozo
GABRIEL MACHADO ---

Em 1984, de forma tímida, chegava à grade da TV brasileira o garoto órfão apaixonado por sanduíche de presunto que, em pouco tempo, cravaria uma impressionante trajetória de sucesso no País. “Chaves” teve o seu primeiro episódio exibido no Brasil no dia 24 de agosto daquele ano e, exatas três décadas após a sua estreia no extinto programa do Bozo, no SBT, é certo dizer que o seriado ainda cativa uma fiel legião de seguidores em território nacional. Em homenagem à data, o BEM VIVER deste domingo conversou com alguns fãs amazonenses do protagonista e sua “excêntrica” turma, que, mesmo com os desgastes do tempo, continuam arrancando risadas do grande público.

O publicitário e estudante de Eventos Carlos Barros, 27, conferiu “Chaves” pela primeira vez aos cinco anos de idade. “Assistia toda tarde”, recorda ele. “Era rotina e adorava! Nessa época, lançaram o ‘óculos do Chaves’, que era um óculos canudo. Fiquei louco para ter um. Quando ganhei, ficava na frente do espelho para ver o refrigerante passar por ele (risos)”. Entre os diversos personagens que habitavam a mesma vila do menino órfão, o favorito de Carlos é o Seu Madruga: “Gosto muito dele por causa das suas frases como ‘A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena’ e ‘As pessoas boas devem amar seus inimigos’, fora as armações que vivia fazendo para escapar das cobranças do Seu Barriga”, justifica.

A admiração por “Chaves” é tanta que o publicitário cogitou fazer a sua monografia sobre o seriado. “Iria fazer uma análise semiótica de alguns episódios, mas infelizmente não deu”, lamenta ele, que havia escolhido os capítulos “A Sociedade”, “O Livro da Chiquinha” e “Isto Merece Um Prêmio” para abordar no trabalho. “’Chaves’ é um seriado atemporal. É um humor que não envelhece. Sei todas as falas, mas, toda vez que assisto, dou risada. Ainda acompanho na TV e no YouTube”, encerra.

VIAGEM A ACAPULCO

Para a acadêmica de Relações Públicas Amanda Fadul, 23, acompanhar as histórias de Chaves era quase que uma religião. Desde os oito anos de idade, ela e o irmão não perdiam um episódio sequer da atração. “Todas as vezes que chegávamos da escola, corríamos para a frente da televisão para assistir. Ao longo do tempo, o seriado foi mudando de horário e, mesmo assim, fomos acompanhando todas essas mudanças para não perder nenhum episódio”, revela ela, que credita o sucesso longevo do programa ao tipo de humor utilizado por seus personagens: “’Chaves’ sempre prezou pelo humor saudável, sem baixarias, palavrões ou algo do tipo, que hoje são muito comuns nos programas humoristicos. Faço questão que minhas primas mais novas assistam ao seriado, pois quero que elas cresçam vendo esse tipo de comédia”.

Entre os episódios favoritos de Amanda, ela destaca a sequência que mostra o protagonista, Chiquinha, Kiko e cia. numa viagem a Acapulco. “Para mim, sem dúvida um dos melhores. São poucos os capítulos que mostram a turma toda reunida fora da Vila e com momentos únicos, como quando eles cantam juntos a música ‘Boa noite, vizinhança’, uma das mais conhecidas do seriado”, frisa. “Continuo assistindo aos episódios e não me canso! Não me importa se é reprise ou se sei as falas decoradas, mas toda vez que assisto, rio como se fosse a primeira vez”.

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