Quarta-feira, 22 de Setembro de 2021
Áudio

Podcast 'As Amazonas' comenta as principais notícias da semana

Em formato opinativo, projeto conduzido pelas jornalistas Aruana Brianezi, Daniela Assayag e Liege Albuquerque será publicado na plataforma Anchor



amazonas_9E165F12-2152-45D7-B863-214705843A17.JPG Jornalistas vão selecionar e discutir temas de impacto em Manaus, Brasil e mundo (Foto: Arlesson Sicsu)
12/07/2021 às 15:03

As jornalistas Aruana Brianezi, Daniela Assayag e Liege Albuquerque vão comentar as principais notícias semanais da cidade, Brasil e mundo no podcast “As Amazonas”. Cada episódio será publicado sempre às sextas-feiras na plataforma Anchor (https://anchor.fm/produo-as-amazonas), que distribuirá o material para os demais serviços de programas em áudio existentes na rede. O projeto foi lançado na útlima sexta (9).

De acordo com Aruana, diretora de conteúdo de A CRÍTICA, o podcast vem de encontro a uma ideia antiga que o jornal possui em ingressar neste segmento. “Depois de uma viagem a trabalho que fiz aos Estados Unidos, onde visitei alguns veículos de comunicação em 2018, acabei percebendo que era uma tendência para o jornalismo muito interessante de ser explorada”, comenta ela.



A proposta do podcast surgiu da jornalista Liege Albuquerque, e acabou “casando” com uma vontade de Aruana como profissional em explorar este formato. Ela adianta que, com “As Amazonas”, uma seção deve ser criada no Portal A CRÍTICA, de modo a hospedar conteúdos do gênero, tanto de outros produtores, quanto feitos por jornalistas da casa.

“Com o projeto do acritica.com ter o podcast, a ideia é que ele abra portas para outras produções, para garimpar nos ambientes de publicadores pessoas que já estejam produzindo, e trazer para o portal. Mas que também a gente possa estimular a nossa redação a produzir podcasts sobre os mais variados assuntos, que não precisam ser necessariamente jornalísticos. Para reunir diferentes vozes e espelhar a questão da diversidade”, pontua ela.

Encontros

As jornalistas devem se reunir para as gravações do podcast sempre às sextas-feiras, pontua Liege Albuquerque. “É o dia que a gente consegue fazer uma análise, reunião de pauta, para ver o que é mais interessante e que gere conteúdo, que valha a pena conversar”, conta ela, lembrando que o podcast assumirá um formato opinativo.

“Vamos opinar sobre fatos que aconteceram durante a semana, em Manaus, no Brasil e no mundo. Cada uma de nós vai trazer vários assuntos. Vamos votar entre a gente nos três mais importantes, e cada uma das três vai puxar um desses assuntos. É óbvio que, de três assuntos, num debate, nascem sempre outras informações. E vamos ter sempre um quarto elemento – um convidado que vai nos dar entrevista para no final do programa. Porém, o convidado vai ficar desde o começo do programa comentando sobre os temas conosco”, aponta Liege.

Albuquerque afirma que, ao pensar no programa e convidar as demais jornalistas, teve o objetivo de que “As Amazonas” fosse uma voz forte na tendência de podcasts no Estado. “Para mostrar que temos jornalistas – porque vamos entrevistar colegas jornalistas de vez em quando -, que temos vozes aqui que falam sobre tudo, que estamos antenados, e que não devemos nada, nem a nível de informação ou formação, a colegas muito bons que fazem esse tipo de programa por aí”, explica ela.

Com a mudança radical que ocorreu na comunicação nos últimos anos, é natural que os profissionais das mais diversas áreas do setor se adaptem a esse novo momento e formato, observa Daniela Assayag. “As pessoas têm cada vez menos tempo, e estão cada vez super expostas à informação. Nós somos três jornalistas com mais de 20 anos de bagagem cada uma, e que possamos usar as informações que temos e a bagagem que nos trouxe até aqui para nos adaptar a esse novo formato mais ágil, porém, com a mesma precisão”, declara ela.

Conforme Assayag, como todo podcast, “As Amazonas” não é um noticiário ou jornal, o que permitirá às profissionais uma liberdade muito maior de pensamento – e posição de tais pensamentos. “Mas todos nós zelamos por uma opinião com qualidade e com referência. Para que nossa credibilidade possa nos municiar de uma informação abalizada e que as pessoas possam se interessar sobre isso. Não tiraremos coelho de cartola em termos de informação: ela sempre virá baseada numa fonte ou leitura. Mas virá com nossa sensação, impressão e avaliação sobre determinado tema”, completa a jornalista.

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