Publicidade
Entretenimento
Vida

Preparado: Guerreiros Mura abre primeira noite do 19° Festival de Cirandas de Manacapuru

Atual bicampeã se apresenta nesta sexta-feira (28), às 21h, no Cirandódromo apostando na história de Cristo e na experiência de seus brincantes 28/08/2015 às 20:52
Show 1
Guerreiros Mura abre o festival
Luana Carvalho e Paulo André Nunes Manacapuru (AM)

CONFIRA A TRANSMISSÃO AO VIVO

Apostando na fé e trazendo como tema “Jesus Cristo – O Guerreiro da Salvação”, a Ciranda Guerreiros Mura abre oficialmente, às 21h, no Parque do Ingá, popular “Cirandódromo”, o 19º Festival de Cirandas de Manacapuru (a 68 quilômetros de Manaus). E os amantes cirandeiros podem ficar atentos: mesmo sem revelar as surpresas, todos os três grupos folclóricos vão apresentar alegorias gigantescas e movimentos robóticos que prometem impressionar! Tudo no tempo mínimo de 2h e máximo de 2h30.

A Guerreiros Mura vai em busca do tricampeonato do evento e, se conquistar mais um título do Festival – o que seria o 12º triunfo –, vai se isolar como a associação mais vencedora de Manacapuru – a Flor Matizada tem seis títulos e a Tradição um total de três conquistas.

O grupo folclórico vai se apresentar com, aproximadamente, 500 brincantes, sendo que só o cordão de cirandeiros terá 120 participantes (60 pares) e o cordão de entrada 60 pessoas.

Um dos principais trunfos da Guerreiros Mura, segundo sua diretoria, é a experiência dos seus itens oficiais: diferente das cirandas rivais Tradicional e Flor Matizada, os representantes do bairro da Liberdade não efetuaram qualquer mudança de brincantes principais. Na apresentação, a condução é de Adauto Júnior, com o cantador sendo o experiente Gamaniel Pinheiro. Eles vão embalar as coreografias dos cordões e da cirandeira bela Talita Bastos, da porta-cores Sabrina Sales e da princesa cirandeira Paula Araújo.

Um dos momentos mais esperados pelos torcedores vermelho, branco e azul será o conjunto cênico e de alegorias que vão retratar a tentação sofrida por Jesus Cristo no deserto.

E é claro que polêmica não poderia faltar. E essa envolve o sagrado e o profano mais uma vez. Se por um lado o Mura aposta na fé para emocionar torcedores e jurados, por outro a ciranda diz estar tomando todos os cuidados quanto à sensualidade, que é comumente exibida na apresentação, principalmente das graciosas cirandeiras.

É o que comentou o diretor de arte e coreógrafo Thyago Cavalcante. “A ciranda é por si só natural, e a roupa valoriza o corpo das meninas. E temos todo o cuidado para tratar da crença das pessoas”, diz ele, ansioso pela abertura do Festival.

Publicidade
Publicidade