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Primeira classe: Caroline Frota declara sua paixão pela medicina ortomolecular

Médica que comanda consultórios em Manaus e no Rio de Janeiro fala de sua trajetória na medicina, a independência conquistada cedo e a vida 30/10/2015 às 14:24
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Dra. Caroline Frota atende em Manaus e no RJ
Loyana Camelo Manaus

Basta começar a falar sobre medicina ortomolecular, que os olhos de dra. Caroline Frota começam a brilhar. Foi nesta área que a amazonense de 36 anos encontrou sua grande paixão e na qual anda se destacando. Sua competência é reconhecida no amazonas e no rio de janeiro, sendo que na cidade maravilhosa, a médica comanda dois consultórios onde atende uma exigente clientela estrelada. No ‘Primeira Classe’ desta semana, dra. Caroline fala sobre sua trajetória na medicina, sua independência conquistada cedo e da vida em geral.

Como se deu sua incursão na medicina ortomolecular?

Eu era paciente de uma médica ortomolecular no Rio de Janeiro, dra. Heloísa Rocha. Acabei me apaixonando pela forma como ela abordava a medicina. Fiquei três anos tratando com ela e depois, fiz pós-graduação em Ortomolecular. Cheguei a trabalhar dois anos com ela no RJ. 

O que você mais gosta nesta área?

A medicina ortomolecular visa a correção. São pedidos inúmeros exames para se identificar as deficiências da pessoa e, com isso, buscar deixar o organismo em equilíbrio. A ideia de anti-envelhecimento está ligada a esse balanceamento, pois com o passar da idade, os hormônios vão caindo e precisam ser repostos. Senão há falha de memória, depressão, aumenta o risco de câncer de mama, de próstata, de Alzheimer, Parkinson, etc. Tudo isso deve estar em equilíbrio para a pessoa viver mais tempo e mais saudável. Esse universo me encantou.

Qual foi o caso mais memorável que você tratou?

Tive uma paciente que  perdeu cerca de 40 kg. A vida dela mudou tanto que hoje ela pensa em dar cursos para incentivar pessoas a fazer o mesmo. Isso não tem preço.

Você é amazonense?

Sim, mas hoje minha base é no Rio de Janeiro. Tenho minha casa lá e quando venho para Manaus fico na casa dos meus pais. 

Quando e por que se mudou para o Rio de Janeiro?

Fui morar no Rio de Janeiro com 19 anos para estudar. Fiz faculdade de medicina na Universidade Iguaçu (Unig) e fui ficando por lá. Hoje tenho duas clínicas lá, uma no [bairro] Recreio e outra na Barra. E tenho meus pacientes em Manaus, claro. 

Foi difícil sair de casa e morar sozinha?

Logo que me mudei sentia muita saudade da família. Hoje já estou acostumada, moro sozinha há anos. Cresci bastante com a experiência e isso me ensinou a ser um pouco mais forte. Ninguém é forte totalmente, mas... Eu sei que se eu for para qualquer lugar, vou saber me virar. 

Como é a divisão da sua agenda diante dessa ponte aérea? 

Atendo 10 dias do mês em Manaus e 10 dias no Rio de Janeiro. 

Qual a diferença entre os pacientes manauaras e os cariocas?

No Rio, as mulheres se preocupam muito com o corpo, elas têm um ideal de beleza de ficar saradas, maiores. Tenho clientes que desfilam no Carnaval e chega essa época elas ficam doidinhas [risos]. Em Manaus, o público pensa mais em emagrecer, no máximo, quer uma barriga definida. A prioridade é cuidar da saúde, tanto que aqui estou tratando muita andropausa e menopausa. 

Do que você mais sente falta quando está fora de Manaus?

Da comida! O açaí, a tapioca, o pão com tucumã. Quando volto para cá tento matar a saudade. 

E isso não te faz sair da dieta?

Ah, quando eu chegava aqui eu saía total da dieta, não malhava [risos]... Agora já me matriculei em uma academia daqui. A rotina complica, mas  sempre tento me manter na linha.

BATE-BOLA

Vaidade como porta

Dra. Caroline Frota assume que sua porta de entrada para a medicina ortomolecular foi a vaidade, por entender que a beleza vem de dentro para fora. E apesar de hoje ter  as agendas de Manaus e do Rio de Janeiro sempre cheias,  a médica busca não descuidar da beleza. Ela adora maquiagem (diz não sair de casa sem base, pó e blush), faz os cabelos no salão de Celso Kamura (a filial carioca fica no Village Mall) e seu perfume favorito é o Chanel Chance.  Com relação a seu estilo, a médica se autodenomina clássica. “Mas compro o que eu gosto. Pode ser barato ou caro. Não sou fresquinha, não”, diz, aos risos.

DNA de médica

Por mais que a medicina corra no DNA da família (ela é neta e filha de médicos),  dra. Caroline diz ter decidido seguir a trajetória da medicina por escolha própria. Tanto que seus dois irmãos são da área de engenharia. “Vi a minha primeira cirurgia aos oito anos”, relembra. O  pai dela, o ginecologista dr. Arlindo Frota, costuma lhe acompanhar em diversos congressos médicos no exterior.

Paixão por viagens

As viagens de dra. Caroline estão longe de se resumir à ponte aérea MAO-RJ. A médica adora viajar para diversos lugares e conhecer culturas bem diferentes. Ela conta que este ano foi esquiar com o pai nos Alpes Suíços e na França. E também curte bastate o verão de Saint-Tropez. “Há três anos vou sempre no meio do ano para lá com os meus amigos”, afirma, dizendo que a comuna france-sa tem ótimas festas. Mas uma grande paixão na vida da médica é o Rio de Janeiro. “O que eu mais gosto é a paisagem”.

Clientes estrelados

Ao se dividir entre dois consultórios na cidade maravilhosa, dra. Caroline Frota tem a oportunidade de atender muitos clientes da área da televisão e do entretenimento. Dentre os seus pacientes mais famosos estão Debora Lyra (ex miss Brasil), Vanessa Richie (repórter da Sport Tv), Robertha Portella (modelo e atriz), Carla Prata (ex-dançarina do ‘Domingão do Faustão’ e atual participante do reality ‘Fazenda 8’), Priscila Pires (ex-BBB) , Alessandra Pinheiro (campeã de fisiculturismo) e Bianca Salgueiro (dançarina do Esquenta).

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