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Saiba mais sobre o peeling orgânico, a nova promessa da estética

Hoje em dia, há uma técnica de peeling muito mais sutil e menos agressiva na pele, que se utiliza das enzimas de frutas, ervas e vegetais 11/06/2016 às 16:26 - Atualizado em 12/06/2016 às 13:26
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As máscaras faciais utilizadas no peeling orgânico são à base de blueberry, que são antioxidantes, e removem a gordura da pele. (Reprodução)
Laynna Feitoza Manaus (AM)

Alguém lembra de ter visto a mãe ou a avó com fatias de pepino ao redor dos olhos, alguma vez na vida? Ou daquela máscara de iogurte misturado com abacate puro e aplicado na pele? Com o advento das novas tecnologias estéticas, isso parece ter ficado para trás, certo? Errado. Hoje em dia, há uma técnica de peeling muito mais sutil e menos agressiva na pele, que se utiliza das enzimas de frutas, ervas e vegetais.

O esteticista mineiro Carlos Hossack trabalha com a técnica nos Estados Unidos – onde mora há 22 anos – e afirma que essa é a nova febre das celebridades por lá, como Taylor Swift e Madonna. “Usamos a linha ‘Eminence Organic Skin Care’, da Hungria, certificada mundialmente, e considerada orgânica desde o plantio à colheita dos produtos, sem agrotóxicos. Hoje em dia é o que está em voga”, argumenta ele.

As máscaras faciais utilizadas no peeling orgânico são à base de blueberry, que são antioxidantes, e removem a gordura da pele. Também é possível encontrar outras frutas, vegetais e ervas, como goiaba e abóbora”, aponta. Carlos comenta que os produtos são bastante enriquecidos com vitaminas C, D e E puras. “Os antioxidantes e radicais livres ajudam na produção dos fibroblastos, que fazem a produção do colágeno na pele”, ressalta. Os fibroblastos são as famosas “células da reparação”.

Passo a passo

O processo é iniciado com loções para preparar a pele que vai receber o peeling. Logo após, a pasta de blueberry é aplicada por ser estimuladora da pele. “A pasta retira a camada grossa da pele”, ressalta Carlos. Após o tempo de ação da máscara, se retira a camada de pasta com água com gás. “Porque quando lavamos o rosto, o Ph da nossa pele aumenta um pouco. A água com gás serve para o Ph da pele voltar ao normal”, diz ele. A pele começa a dar sinais de luminosidade a partir dessa etapa, mas revela formigamento e leve queimação. “O peeling orgânico dá resultado na hora, diferente do químico, que você precisa esperar um tempo até a pele descascar”, ressalta.

Depois, é utilizada uma máscara probiótica à base de vitamina C, D e E com eucalipto, que vai causar o efeito de resfriamento da pele. “Isso vai dar a firmeza da pele e vai fechar os poros junto aos produtos que colocamos. Deve ficar no rosto por oito minutos, prazo suficiente de absorção da pele”, diz Hossack.

O processo do peeling orgânico também inclui a aplicação de máscaras mais leves na região do pescoço e colo. “Em algumas mulheres mais velhas, o rosto está impecável, mas o pescoço acaba denunciando a idade. O diferencial do peeling orgânico é que podemos cuidar do rosto, pescoço e decote”, pondera Carlos.

Outro diferencial do peeling é a massagem facial com a vitamina E, para hidratar a pele, seguido de sérum de vitamina C novamente. “Logo após, finalizo com pasta de goiaba e bambu. Mas sempre faço uso de coisas que estimulam o órgão, como uma drenagem, e aplicação de heiki, que é a energia das mãos sobre a pele”, acentua.

O depois

O pós-peeling não tem mistério: não pode usar maquiagem forte por pelo menos 24 horas após o procedimento, é preciso hidratar com sabonete facial, e usar protetor solar FPS 30. “Após o peeling orgânico, a pele cicatriza em sete dias. Evite piscina com cloro, exposição ao sol contínua e depilação à cera. Qualquer coisa pode poluir a pele novamente”, orienta o esteticista.

A diferença entre o peeling orgânico e o químico está na invasão celular. “O peeling químico maltrata a pele, porque remove tanto os elementos ruins, quanto os nutrientes bons da pele. O peeling orgânico só atua no que é necessário, sem tirar os nutrientes. Mesmo assim, o peeling orgânico vai até a quinta camada da pele”, diz ele, lembrando que mulheres gestantes ou em fase de amamentação não podem fazê-lo. “Mas, para fazer o processo orgânico, a partir dos 14 anos já se permite”, coloca o esteticista.

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