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MÚSICA

Sambista Junior Rodrigues celebra carreira com show no Teatro Amazonas

Cantor e compositor comemora 30 anos de trajetória nesta sexta-feira, dia 7, com a participação de convidados 03/12/2018 às 15:23
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Divulgação
Rosiel Mendonça Manaus (AM)

Trinta anos de carreira na música merecem ser comemorados em grande estilo. É o que o cantor e compositor Junior Rodrigues vai fazer na próxima sexta-feira, dia 7, quando realizará um show especial no Teatro Amazonas, com direito a participação de Dudu Brasil e das cantoras do projeto Elas Cantam Samba. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria da casa de espetáculos, mas também podem ser adquiridos pelo site da Alô Ingressos ou diretamente com o artista.

Como ele adianta, o repertório da apresentação terá apenas músicas autorais (algumas inéditas) ou feitas com parceiros ao longo das últimas décadas. “No show, vou cantar aquilo que marcou essa trajetória de três décadas desde quando subi no palco para receber o meu primeiro cachê”, comenta Rodrigues, citando “A casa da mãe da gente”, “Todos os santos”, “Essa vida é batalha”, “Parti do alto”, etc.

O amazonense deu seu primeiro passo na música no fim da adolescência, quando participou do grupo Esquadrão do Samba, dentro da escola de samba Reino Unido da Liberdade. No Morro, ele teve a oportunidade de conviver com grandes artistas de Manaus e do Rio de Janeiro, que inspiraram os seus passos seguintes. Durante 11 anos, foi integrante do grupo Ases do Pagode, que ajudou a projetá-lo na mídia e no mundo do samba.

De lá para cá, fez shows com Jorge Aragão, Leci Brandão, Arlindo Cruz, Sombrinha, Royce do Cavaco, Reinaldo, Fundo de Quintal, Alcione (que gravou “A casa da mãe da gente”, de Junior Rodrigues e Gilson Nogueira, no álbum “Acesa”), Zeca Pagodinho, Moacyr Luz, dentre outros medalhões. Em 2009 também teve seu samba “Homem de Luta Defensor da Liberdade”, em homenagem ao fundador da Rede Calderaro de Comunicação, gravado por Jorge Aragão.

Quando pensa em todas essas conquistas, o compositor se diz grato por tudo que colheu nesses 30 anos. “É uma sensação maravilhosa chegar até aqui trabalhando com música e fazendo o que gosto, principalmente por ter esse dom de compor. Agora quero continuar tentando formar um público direcionado para o meu repertório autoral e de pesquisa de sambas”, afirma ele, que aprendeu lições valiosas com o samba.

“O samba é simplicidade, com ele é possível atingir todas as camadas sociais. A música tem essa magia, que nem o amor. Do samba eu levo a humildade, a capacidade de fazer amigos, tudo isso ele me ensinou”.

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