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Seleta equipe de A CRÍTICA encara confinamento em prol do Peladão a Bordo - O Reality

Se você pensa que só rainha fica confinada, tem mais gente no barco luxuoso Victory of God, para que o programa seja realizado da melhor forma possível 21/11/2014 às 09:22
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Equipe dos bastidores do Peladão a Bordo - O Reality
Jornal A Crítica Manaus (AM)

Se você pensa que só rainha fica confinada, tem mais gente nesse barcoA terceira temporada do Peladão a Bordo - O Reality, tem como protagonistas belas mulheres em busca do título de Rainha do Peladão Brahma 2014. No programa, que vai ao ar de segunda à sexta-feira, após o Jornal da Record, o público confere as intrigas do confinamento, as provas, amizade entre as candidatas, momentos de emoção, discussões e todas as surpresas que a atração apresenta. O que pouca gente sabe é que, além das participantes do reality, uma equipe entrosada também fica confinada por trás das câmeras, no barco Victory of God.

Erick Campos (produtor), Mário Barbosa (cinegrafista) e Walter Henrique “Bicão” (técnico) fazem parte da equipe que está atenta às meninas 24 horas por dia. “Só dormimos quando elas dormem e acordamos antes de todas. A primeira coisa que mudou das outras edições para esta é que nós já viemos para o barco conhecendo todas as candidatas, que foram reveladas antes do início do programa. Isso facilitou muito, porque já sabíamos o nome de todas elas e como identificar cada uma”, contou o produtor Erick Campos.

Assim como as participantes, a equipe se muda para o barco, fica longe dos familiares e amigos e passa a viver apenas o universo do reality. “O que me faz mais falta é minha mulher e meus filhos. Mas é um trabalho muito gratificante, nós já temos uma certa afinidade, um já entende o que o outro quer e o trabalho fica mais fácil assim”, comentou Mário Barbosa.

“A gente vive tão intensamente esse mundo que até quando saímos para acompanhar alguma ação externa acaba sendo divertido estar lá fora. É como se renovasse as energias para voltarmos ao confinamento e à rotina de trabalho”, avaliou Erick.

Walter “Bicão”, técnico, completa: “A saudade maior é do conforto de casa, de dormir no próprio quarto e essas coisas. Mas estamos sempre entrando em contato com a família, que também faz falta, dá pra matar um pouco da saudade. O projeto é ousado, inovador e vem crescendo é algo pelo qual vale a pena o sacrifício necessário”.

A equipe confinada não mantém contato com as participantes do reality, exceto quando a produção precisa avisá-las e prepará-las para alguma prova, gravação ou ação. “Não existe convivência com elas. Até nossas refeições procuramos fazer no porão do barco, que é onde fica montada toda a estrutura técnica, para não interferir no dia a dia das meninas. Mesmo porque precisamos estar sempre atentos a tudo o que elas falam, de olho em todas as câmeras ao mesmo tempo, para que nada seja perdido. Então não tem descanso, o trabalho segue um ritmo acelerado”, considerou Erick Campos, que desde a primeira edição é o produtor escalado para morar no barco.


Outras cinco pessoas completam a equipe: Josué Idi, comandante, Sérgio Costa, responsável pela manutenção, Ianderson Leão “Fininho”, que ajuda tanto na parte técnica quanto nos cuidados com a embarcação, Fátima Casto, cozinheira e Íris Costa, auxiliar de cozinha. “As meninas são responsáveis pelas nossas refeições, mas não cozinham para as candidatas, que, dividas em grupos, preparam a própria comida (almoço e jantar), além de cuidarem da limpeza do barco” ressaltou o produtor.

Sala de controle 24 horas ligada

É no porão da embarcação que a equipe passa a maior parte do tempo. Erick e Bicão acompanham a movimentação das meninas durante o dia inteiro, com acesso a todas as câmeras do barco. “Preciso ficar sempre atento, porque quando noto que elas estão conversando algo importante, que pode render, já faço minhas anotações identificando do que se trata e mando para o pessoal da TV. Tudo o que é gravado durante o dia é encaminhado para a TV, que faz a edição e prepara o que vai para o ar”, explica o produtor.

Bicão, responsável por toda a parte técnica do trabalho, conta que eles trabalham em grupos. “Como são muitos microfones ao mesmo tempo, a gente precisa se dividir de acordo com o local que as meninas estão. Por exemplo, às vezes tem quatro em um quarto, três na sala e as outras na cozinha. Cada um fica com um grupo, pra ouvirmos tudo o que elas falam”, disse o técnico.

O cinegrafista Mário Barbosa é a única câmera móvel do programa. “Eu gravo os depoimentos delas, participações em provas, making off e tudo o que as câmeras fixas não pegam. Como equipe, evoluímos muito da primeira edição para esta. Adquirimos uma bagagem que nos ajuda muito na hora de colocar nosso trabalho em prática com mais tranquilidade”, comentou.

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