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Sete em cada dez pessoas sofrem de fadiga e estresse

O dado faz parte de um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA  22/08/2015 às 15:08
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Ervas em cápsulas e exercícios relaxantes amenizam
acritica.com ---

O estresse é um dos males do século e acomete sete em cada dez pessoas, seja por problemas no trabalho, relacionamentos pessoais, entre outros. O dado faz parte de um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), que revelou que o Brasil é o segundo País do mundo com níveis de estresse altíssimos. É, justamente o estresse desencadeado pela vida moderna e situações rotineiras que gera a fadiga aguda.

Segundo a médica ortomolecular Nália Almeida, que atende no Spa Manaus, este tipo de fadiga é gerada pelo aumento constante do hormônio produzido pela glândula suprarrenal, o cortisol, que, por sua vez, ajuda o organismo a controlar o estresse, reduzir inflamações e contribuir para o funcionamento do sistema imune. A especialista alerta que os níveis de cortisol no sangue variam durante o dia, porque estão relacionados à atividade diária, como engarrafamento no trânsito, contas a pagar, desemprego, problemas familiares, enfermidades e insatisfação no trabalho. Portanto, o cortisol é um dos poucos hormônios que aumenta com a idade, trazendo prejuízos à saúde.

“O aumento deste tipo de hormônio pode gerar o Mal de Alzheimer e outras doenças. Seu aumento também eleva os níveis de açúcar no sangue, ocasionando a perda de massa óssea e levando à osteoporose, aparecimento de alergias, infecções e doenças degenerativas”, disse. O cortisol alto pode originar sinais e sintomas, como dificuldade de aprendizagem, lapsos da memória, menstruação irregular, diminuição da libido etc.

Para amenizar e tratar a sensação de desgaste, cansaço e falta de energia, os especialistas buscam alternativas que proporcionam o relaxamento e funcionam como um botão “off” do corpo. A fadiga, neste caso, pode ser tratada com medicamentos naturais, por meio de ervas em cápsulas, assim como com massagens relaxantes e exercícios voltados para a calma e o bem-estar.

“À medida que envelhecemos, reduz-se a capacidade de responder ao estresse, o que acelera o processo do envelhecimento e a perda desnecessária da qualidade de vida. A manutenção do equilíbrio adrenal é uma das terapias mais importantes na manutenção da qualidade de vida e para minimizar o aparecimento das chamadas doenças inevitáveis da velhice”, afirma a médica, acrescentando que o tratamento incorreto da fadiga aguda transporta essa “síndrome” para um grau mais elevado, tornando-a ‘crônica’, que vai além do cansaço.

Sintomas

Casos mais graves de fadiga apresentam sintomas facilmente perceptíveis. “Aquela pessoa que tem dificuldade em acordar pela manhã. A própria fadiga matinal (quando a pessoa só se sente disposta após as 10 da manhã), o cansaço após as 21 horas, porém há resistência em dormir. Pessoas que têm o melhor período do sono entre 7 e 9 da manhã ou aqueles que produzem melhor à noite ou de madrugada. Estas características, geralmente, são de pacientes com fadiga crônica”, explicou a médica.

No entanto, todos os sintomas podem ser tratados da melhor forma para que o paciente volte a se sentir bem e controle a ansiedade diante dos problemas. A especialista ressalta que os tratamentos para equilibrar o nível de cortisol no corpo humano também representam soluções para quem busca o equilíbrio emocional.

Se o cortisol elevado gera problemas à saúde, o nível baixo do hormônio também é prejudicial e gera depressão, fadiga, cansaço e fraqueza. “A reposição do cortisol é feita através da hidrocortisona bioidêntica (hormônio produzido com as mesmas propriedades do original). Entre outras importantes funções, o cortisol mantém o humor e a estabilidade emocional”, conclui. 


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