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CINEMA

Super-herói baré: filme ‘Máscara Vermelha’ traz justiceiro em mundo fantasioso

Longa estreia no próximo sábado (8), em uma sessão exclusiva realizada no Cine Teatro Guarany, localizado na Avenida 7 de Setembro, Centro, a partir das 18h 04/09/2018 às 14:07 - Atualizado em 06/09/2018 às 12:21
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Foto: Divulgação
Juan Gabriel Manaus (AM)

Em uma realidade utópica, um jovem tem seu destino movido por um único desejo: Fazer justiça após perder toda sua família. Este é o ponto de partida para o desenrolar de uma jornada emocionante narrada no filme “Máscara Vermelha”, primeira produção independente de ação do Amazonas que terá sua estreia no próximo sábado (8), em uma sessão exclusiva realizada no Cine Teatro Guarany, localizado na Avenida 7 de Setembro, Centro, a partir das 18h.

A produção expõe a história de Ivan, um homem que foi deportado para uma cidade pobre após perder a sua família e decide fazer justiça com as próprias mãos. A Velha Comarca, cidade fictícia em que se passa a trama, vive um momento de caos, e o sequestro da jovem filha do prefeito irá levar o justiceiro Máscara Vermelha para um conflito inesperado.

O filme com 60 minutos de duração é uma realização da produtora amazonense Omni Films e dirigido por Lucas Simões. A obra cinematográfica conta ainda com produção de Deborah Haven, em uma parceria com a produtora Dream House Pictures. Lucas Rondon interpreta o protagonista Ivan/Máscara Vermelha e Mirella Bezerra dá vida à Kendra, por quem o herói irá nutrir uma paixão. O elenco conta ainda com Arthur Bulcão, Luiz Vitalli, Dyk Cardoso, Rebecka Albuquerque e Alina 
Caetano.

Processo

A ideia de todo universo que envolve o combatente mascarado foi fruto da imaginação do próprio Simões, que começou a elaborar o enredo ainda na época de escola. “Durante o ensino médio, eu gostava de escrever histórias e criar mundos fantasiosos. Quando estava no terceiro ano criei a história de um homem que era um justiceiro, e buscava a família dele, e eu gostava de imaginar aqueles personagens e aquele mundo”, destaca o autor.

A princípio, o projeto daria origem a uma websérie de dez episódios, algo que foi descartado por conta da logística de gravações. Dois anos se passaram até que a ideia tomou a forma atual, mas esbarrou em um novo desafio pessoal para o diretor. 

“Em agosto do ano passado, recebi a oportunidade de ir morar em Portugal e iniciar meus estudos de cinema lá. Então entrei em um dilema muito grande entre gravar um filme que seria bastante extenso em pouquíssimo tempo, ou desistir do projeto e pensar em outra coisa.  Como pode ser visto, fizemos um longa metragem em mais ou menos 1 mês e meio, e saiu um resultado incrível”, conta Simões.

Desafios

Segundo Lucas Simões, “Máscara Vermelha” é o primeiro filme de ação produzido inteiramente no Amazonas. “Houve, ao longo da história do cinema aqui no Amazonas, outros filmes que continham ‘ação’, mas eram do gênero da comédia”, enfatiza o diretor. No papel de pioneiro de um gênero pouco explorado na região - e até então inédito na carreira de Simões - a produção trouxe inúmeros desafios.

“Foi um trabalho bastante difícil de gerir já que eu também não tinha experiência com esse gênero de filme, e tinha pouquíssima experiência em artes marciais. Lembro dos nossos ensaios que o instrutor Alex, que trabalhou como coreógrafo das lutas, ensinava os movimentos e golpes para o Lucas Rondon reproduzir em cena, e era bastante interessante ver aquilo direto na câmera”, conta o diretor.

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