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Surfista Karol Knopf estreia série ‘60 dias na Amazônia’ nesta terça-feira (24), no Canal OFF

Ao longo de 14 episódios, o telespectador confere as aventuras de Karol em uma viagem que começa no Peru, pelas nascentes do rio AM, no rio Apurímac 24/02/2015 às 10:55
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Apresentadora diz que não vai esquecer o contato com as crianças
ARTUR CESAR ---

Apresentadora do Canal Off, a surfista Karol Knopf queria sair da zona de conforto. Acostumada com as ondas do mar, ela topou de imediato a proposta de se aventurar com sua prancha de Stand Up Paddle (SUP) pelas águas do rio Amazonas. É ela quem comanda a partir de hoje, às 21h (horário de Manaus), a série “60 dias na Amazônia”.

Ao longo de 14 episódios, o telespectador confere as aventuras de Karol em uma viagem que começa no Peru, pelas nascentes do rio Amazonas, no rio Apurímac. Ela acampa nos Bosques de Nuvens nos Andes, onde começa a Floresta Amazônica e consegue entrar na Zona Proibida do Parque de Manu, onde existem índios que ainda vivem isolados. Na trajetória, a apresentadora ainda passa pelo Alto Xingu até chegar ao delta do rio Amazonas. As imagens ficam por conta do renomado diretor de fotografia Sylvestre Campe.

“A ideia surgiu de uma conversa da equipe. Sempre fiz mar, queria sair da zona de conforto. Daí a proposta de desbravar a Amazônia soou diferente e interessante”, conta Karol, que embarcou com uma equipe de mais três pessoas para iniciar o projeto.

“Quem vive na cidade grande e tem a oportunidade de vivenciar este universo, onde você pode ser quem você é o tempo inteiro, volta muito diferente, com a cabeça mudada mesmo. É quase um tapa na cara”, revela Karol, que conta ainda que quando retornou da jornada na Amazônia ficou isolada por uma semana, de tudo e de todos.

LONGE DO ÓBVIO

Segundo Karol, os telespectadores poderão observar uma outra Amazônia, diferente e bem longe do óbvio. “Vocês poderão se aprofundar nas raízes brasileiras, surpreender-se com uma região bela e encantadora”, conta a apresentadora, que já teve a oportunidade de conhecer outras partes do mundo como Tailândia, Filipinas, Chile, Indonésia, entre tantas outras.

Questionada qual foi o momento mais marcante da trajetória, a carioca fala da experiência de se hospedar em uma aldeia indígena quase intocada pela civilização. Lá, ela ficou na oca do cacique e participou de atividades como danças, lutas e até mesmo de uma pescaria, onde normalmente só participam os homens. “Fui camuflada de carvão, pois os índios acreditam que com isso espanta-se as piranhas”, recorda Karol. “Apesar de nem todos falarem português, fui extremamente bem recebida por todos. Trata-se de uma grande família, onde todos são iguais”, observa.

Companheira das aventuras de Karol, a prancha inflável de SUP foi motivo de festa para todos na aldeia. “Eles ficaram enlouquecidos, principalmente as crianças. Nunca vou esquecer daqueles olhares inocentes e verdadeiros”, recorda a carioca. Uma experiência realmente inesquecível.

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