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Tecladista da banda ‘O Rappa’ comenta nova fase do grupo

Marcelo Lobato caracteriza o novo álbum, intitulado como “Nunca tem fim”, uma experimentação de instrumentos e efeitos que deram certo com as letras do grupo 26/10/2013 às 17:40
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De acordo com Lobato (à esquerda), a preocupação do quarteto no momento é a nova turnê
Gabriel Machado Manaus (AM)

“O novo álbum tem uma mensagem muito forte de perseverança, mesmo com as dificuldades do dia a dia nos centros urbanos. Para quem é fã do Rappa, é um prato cheio”. Essas foram as palavras de Marcelo Lobato, tecladista do grupo, em entrevista exclusiva ao BEM VIVER.

Guiada pelos vocais de Falcão, a banda foi a grande atração nacional do último “Luau M1 Eventos”, que agitou a capital amazonense na quarta-feira, 23, na Praia da Ponta Negra. No bate-papo, o músico comentou um pouco sobre o atual momento do quarteto, que colhe bons frutos com o sucesso do disco “Nunca tem fim”.

O trabalho de inéditas, o primeiro desde o álbum “Sete vezes”, de 2008, foi lançado em agosto deste ano – em formato físico e digital, pelo iTunes – e rapidamente alcançou os holofotes da cena musical no Brasil, graças à boa recepção dos seus dois primeiros singles: “Anjos (Pra quem tem fé)” e “Auto-reverse”.

“Nós trabalhamos muito nos detalhes desse disco, para que ele tivesse o melhor resultado possível. Foi uma felicidade enorme perceber uma repercussão tão intensa em tão pouco tempo. Alcançar isso é a realização de todo artista”, destacou o tecladista.

A respeito de “Nunca tem fim”, ainda, Lobato comenta que o álbum é resultado de uma experimentação de instrumentos e efeitos, que caiu como luva nas novas letras do grupo.

“Foi bacana também porque contamos com algumas parcerias, como o Lula Queiroga; Marcos Lobato, meu irmão; e Vinícius Falcão, irmão do Falcão. Isso tudo dá uma diversidade, faz o trabalho crescer, e, ao mesmo tempo, vai de encontro ao que O Rappa é: uma mistura de várias sonoridades”, explicou.

Férias

Apesar do generoso intervalo entre um disco de inéditas e outro, Marcelo Lobato lembra que O Rappa não ficou parado durante esses cinco anos. Em 2009, o grupo aproveitou para lançar o combo CD e DVD “Ao Vivo” – gravado na favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Dois anos depois, Falcão e cia. ainda saíram em turnê pelo País para divulgar o audiovisual.

“Quando você tem uma rotina como a nossa naquela época, lançando álbum e emendando com shows, é preciso dar um tempo”, comentou o músico, referindo-se às “férias” que a banda tirou em 2011. “Esse tempo foi muito bom para gente, para reforçar esse nosso lado de amizade e dar uma mudada nas coisas”, acrescentou.

Depois do descanso, O Rappa volta todas as suas energias, agora, para “Nunca tem fim”. “Estamos vivendo uma fase muito boa, que é a de apresentar o novo trabalho e rever cidades por onde não passamos há algum tempo. Esse é o nosso foco agora”, encerrou o tecladista.

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