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Crítica " Oblivion"

Tom Cruise mostra fôlego no futurista 'Oblivion'

Com visual arrebatador, novo longa de Joseph Kosinski se apoia no carismo de Tom Cruse 15/04/2013 às 10:24
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Diferente de Cruise, Kurylenko entrega uma interpretação bem insossa
Gabriel Machado Manaus

Não se fazem mais filmes de ação como antigamente. Saíram de cena as bem elaboradas e realistas sequências de lutas e tiroteios e deram espaço à “mornice” proveniente do CGI – técnica de efeitos visuais utilizada nas produções de hoje em dia. Exatamente desse mal que sofre o novo longa de Tom Cruise, “Oblivion”, estreante nas salas de Manaus no final de semana.

A trama, dirigida e escrita por Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”), acompanha Jack Harper (Cruise), um agente responsável pela manutenção de equipamentos de segurança em uma Terra irreconhecível – consequência de inúmeros embates com alienígenas. Trabalhando sob as ordens remotas de uma chefe chamada Sally, ele começa a questionar o real objetivo de seu cargo depois que conhece Julia (a insossa Olga Kurylenko).

“Oblivion” não chega a ser ruim. Longe disso. Mas é inevitável deixar o cinema sem aquela sensação de que o filme poderia ter rendido muito mais. Mesmo proporcionando ao espectador um visual arrebatador, o CGI acaba dando uma freada nas cenas de ação, que perdem a sua emoção no desenrolar da produção. Além disso, o longa ainda possui alguns – bons – furos de roteiro.

Em contrapartida, é impressionante ver que, mesmo com 50 anos, Tom Cruise não perdeu o fôlego. O astro da quadrilogia “Missão Impossível” e “Jack Reacher: O último tiro” é o grande trunfo do longa de Kosinski e mostra carisma e disposição de sobra nos 126 minutos de “Oblivion”.

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