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Um grito de liberdade: médico relata memórias como piloto

Cardiologista Luiz Mário Peixoto lança “Memórias de Um Aviador”, no dia 23 17/10/2013 às 21:31
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Em “Memórias de Um Aviador – A Rota Aérea da Vida de Um Médico”, Luiz Mário Peixoto mostra um pouco dos seus últimos 24 anos, divididos entre a dedicada e corriqueira rotina de um médico cardiologista e de um entusiasta da aviação
Gabriel Machado Manaus, AM

Nesta sexta-feira (18), ocasião em que se comemora o Dia do Médico, o cardiologista Luiz Mário Peixoto tem motivos de sobra para festejar. Além de ser homenageado pela data, ele conta nos dedos os dias para o lançamento do seu livro “Memórias de Um Aviador – A Rota Aérea da Vida de Um Médico”, agendado para “aterrissar” nas prateleiras na próxima quarta, Dia do Aviador. A obra, publicada pela Editora da Amazônia, da Rede Calderaro de Comunicação, será apresentada ao público em uma grande festa no Aeroclube do Amazonas (Av. Nilton Lins, nº 300, Flores), a partir das 19h.

Médico cardiologista por profissão e aviador por opção de lazer. Desta forma se define Luiz Mário, piloto que já acumulou mais de 3 mil horas de voos de lazer, entre trajetos nacionais e internacionais. Apaixonado pela liberdade proveniente da sensação de voar, o médico conta que a admiração pela aviação é algo que ele colhe desde a infância. “Desde menino eu já brincava com aeromodelos”, revelou o cardiologista. “Quando tinha uns dez anos de idade, fiz um voo em um avião de modelo T-6, que servia ao governo de Boa Vista – meu pai era governador de lá na época. O piloto, tenente Aildon, fez algumas acrobacias comigo e pensei: ‘É isso que quero ser quando crescer’”, recordou.

No entanto, foi somente em 1988, 11 anos após ter concluído o curso de Medicina, que Luiz Mário engatilhou o seu sonho e deu início ao processo de habilitação para se tornar um piloto. Dois anos depois, no dia 18 de dezembro, o médico já estava brevetado pelo Aeroclube do Amazonas. “Em janeiro de 91 eu adquiri o meu primeiro avião, o o PT-OJR, e, quatro anos depois, o vendi para comprar o ‘Papa Tango – Lima Zulu Kilo’, o LZK. Com ele, viajei pelos Estados Unidos e praticamente todo o Brasil”, completou o cardiologista, hoje dono de uma aeronave com ar-condicionado, piloto automático, glass cockpit (cabine de comando) e que comporta até seis passageiros, batizada com as iniciais de sua clínica, a Clinicor.

LEMBRANÇAS

Em “Memórias de Um Aviador – A Rota Aérea da Vida de Um Médico”, Luiz Mário Peixoto mostra um pouco dos seus últimos 24 anos, divididos entre a dedicada e corriqueira rotina de um médico cardiologista e de um entusiasta da aviação. Na obra, ele vai adiante dos pousos e decolagens e apresenta aos leitores um registro pessoal de suas inúmeras experiências a mais de 10 mil pés de altura. Além disso, “Memórias de Um Aviador...” serve como um manual para aqueles que têm interesse em se habilitar como piloto e saber de curiosidades do mundo da aviação. “Já fiz muitas viagens, voei o Grand Canyon... Então falo sobre muita coisa. Também incentivo os jovens a se tornarem pilotos”, acrescentou.

Leia mais na edição do Jornal A Crítica desta sexta-feira (18)






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